19
Psicanálise
UMG
3
Psicanálise
UMG
24
Psicanálise
UMG
4
Psicanálise
UMG
7
Psicanálise
UMG
73
Psicanálise
UMG
11
Psicanálise
UMG
11
Psicanálise
UMG
24
Psicanálise
UMG
62
Psicanálise
UMG
Texto de pré-visualização
Regiane Aparecida Maciel responsável técnica e psicóloga CRP14 10060 nome d o professor orientador a e psicólog o a CRP 14 nome do aluno a acadêmico a do curso de psicologia da Universidade Anhanguera Uniderp RA 000000000 solicitad o pela sra XX para acompanhamento psicológico devido a XXXXX RELATÓRIO PSICOLÓGICO Identificação Autores Regiane Aparecida Maciel CRP 14 10060 nome do professororientador CRP XXXXX Aluno RA XXXXXX Solicitante Psiquiatra Dra XXXXXXX OU NOME DO PACIENTE Finalidade Psicoterapia breve baseada nos indícios verificados através do Psicodiagnóstico Dados do paciente Nome Majorie Data de nascimento 00000000 Idade 24 anos meses Sexo Feminino Estado civil Solteira Naturalidade Campo Grande MS Nacionalidade Brasileira Profissão Escolaridade Superior incompleto Lateralidade Filiação Mãe nome da mãe Idade 00 anos Pai nome do pai Idade 00 anos Data e local do tratamento psicológico O tratamento psicológico ocorreu no período de 17 de outubro a 09 de dezembro de 202 3 na Clínica escola de Psicologia da Universidade Anhanguera Uniderp sito na Avenida Ricardo Brandão 900 Campo Grande MS Descrição da demanda procurou atendimento psicológico relatando dificuldades relacionadas ao manejo das próprias emoções especialmente em situações de conflito ou frustração nas quais apresenta episódios de explosividade irritabilidade e posteriormente sentimentos de culpa Segundo a paciente esses comportamentos vêm se intensificando ao longo dos últimos anos interferindo em suas relações interpessoais principalmente com familiares e pessoas próximas Além disso Majorie refere vivenciar sintomas de ansiedade e desconforto em contextos sociais descrevendo comportamentos de esquiva medo de julgamentos e preocupação excessiva com a forma como é percebida pelos outros Por conta disso relata evitar situações que envolvem exposição ou interação com grupos o que tem limitado sua rotina e atividades cotidianas A paciente também menciona um histórico de sobrecarga emocional afirmando que costuma guardar sentimentos até que eles se tornem difíceis de conter Chegou até o atendimento por indicação e expressa o desejo de compreender melhor suas emoções desenvolver estratégias de controle e melhorar sua capacidade de se relacionar com as pessoas ao seu redor Impressões gerais obtidas A paciente apresentouse inicialmente com atrasos nos dois primeiros atendimentos porém no terceiro encontro chegou com antecedência demonstrando maior organização em relação ao horário Mostrase assídua e colaborativa durante as sessões Sua vestimenta costuma ser composta por roupas curtas e chamativas compatíveis com seu estilo pessoal a higiene e o cuidado pessoal são adequados História Pregressa Nos atendimentos iniciais Majorie relatou que suas dificuldades relacionadas ao manejo das emoções e os episódios de explosividade vêm se tornando mais evidentes ao longo dos últimos anos Descrevese como alguém que tende a guardar sentimentos e incômodos acumulando tensões que em determinados momentos resultam em reações intensas especialmente em situações de conflito Após tais episódios refere experimentar sentimentos de culpa e frustração consigo mesma A paciente compartilhou que seu pai faleceu há aproximadamente nove meses Ao falar sobre ele demonstra afeto e carinho utilizando um tom emotivo e cuidadoso Refere ter tido uma relação significativa com ele e embora ainda não consiga explorar com profundidade o impacto dessa perda reconhece que esse evento recente trouxe mudanças importantes em sua vida emocional No entanto a paciente relata não saber ao certo de que forma essa vivência pode estar relacionada às dificuldades atuais apresentando esse tema de maneira reflexiva porém com certa contenção emocional Majorie também menciona que após a morte do pai sua relação com a mãe tem se apresentado como mais conflituosa Diz que em alguns momentos sentese pressionada ou incompreendida o que pode contribuir para o aumento da tensão emocional no ambiente familiar Contudo ainda não identifica claramente os sentimentos envolvidos nessa relação mostrandose em um processo inicial de elaboração Com relação às situações sociais relata desconforto e ansiedade ao estar em grupos ou ambientes de exposição com preocupação constante sobre como é percebida pelos outros Em alguns casos tende a evitar esses contextos para reduzir o malestar o que tem limitado sua participação em atividades cotidianas De acordo com o relato da paciente observase um cic lo emocional caracterizado por dificuldade em expressar gradativamente seus afetos acúmulo de tensão interna explosões emocionais diante de frustrações e posterior sentimento de culpa e sofrimento subjetivo Procedimentos O atendimento foi realizado pela estagiária de Psicologia sob supervisão docente em contexto de clínicaescola Até o presente momento foram realizadas três sessões com duração de 45 minutos cada em frequência semanal A abordagem adotada fundamentase na escuta ativa Segundo Rogers 1977 a escuta ativa constitui um recurso essencial para o estabelecimento do vínculo terapêutico pois envolve a capacidade de acolher o outro em sua experiência subjetiva com atenção genuína empatia e aceitação incondicional Dessa forma a escuta não se limita a ouvir o conteúdo verbal mas inclui a consideração dos afetos gestos silêncios e significados implícitos favorecendo a expressão e elaboração das vivências internas da paciente P riorizando assim o acolhimento a construção de vínculo terapêutico e a compreensão do contexto subjetivo da paciente A condução buscou favorecer um espaço seguro para expressão emocional permitindo que a paciente se sentisse ouvida legitimada e acompanhada na nomeação de seus afetos Análise A o longo dos atendimentos observouse que o processo terapêutico foi conduzido com base na escuta ativa entendida como uma postura clínica que vai além de ouvir o que é dito verbalmente acolhendo também silêncios gestos pausas e nuances emocionais que emergem na relação A escuta ativa possibilita que o paciente percebase compreendido e legitimado em sua experiência interna favorecendo a construção de um espaço seguro para elaboração de conteúdos afetivos e conflitos Segundo Zimerman 2001 a escuta psicanalítica implica ouvir para além das palavras captando afetos fantasias defesas e contradições que constituem o discurso do sujeito Dessa forma o foco não se restringe ao relato factual mas à produção subjetiva que emerge no encontro No caso analisado observouse que o paciente apresenta manifestações compatíveis com processos de ansiedade oscilando entre momentos de retraimento e momentos de fala acelerada quando se aproxima de conteúdos afetivos significativos Em diferentes sessões quando surgiam temas relacionados à figura paterna ou à vivência de mudanças familiares o paciente demonstrava tensões físicas como evitar olhar nos olhos movimentar repetidamente as mãos e suspender a respiração Tais reações podem ser compreendidas como mecanismos de defesa especialmente a evitação e a racionalização utilizados para lidar com afetos difíceis de simbolizar Laplanche Pontalis 2001 Ao considerar a história de vida destacase a presença de experiências de perdas simbólicas e concretas que repercutem no modo como o paciente organiza seus afetos Na psicanálise o luto é entendido como um processo psíquico necessário à elaboração da perda permitindo que o sujeito gradualmente desinvista a energia libidinal antes investida no objeto perdido e a reinvista em novos vínculos e projetos Freud 1917 em Luto e Melancolia afirma que o luto é um trabalho psíquico ativo no qual o sujeito reconhece a perda enfrenta o sofrimento decorrente e progressivamente reconstrói sua relação com o mundo externo e interno Entretanto quando a elaboração do luto encontra obstáculos podem surgir dificuldades emocionais tais como sentimentos persistentes de culpa ambivalência afetiva e dificuldade em expressar necessidades emocionais Melanie Klein 1940 discute que diante da perda real ou simbólica de um objeto amado o sujeito pode experimentar a chamada culpa reparadora sentimento relacionado ao desejo inconsciente de reparar o objeto interno danificado No paciente é possível identificar movimentos subjetivos nessa direção como quando tenta não preocupar os outros e assume responsabilidades que não correspondem à sua idade revelando um funcionamento que busca preservar vínculos ao custo do próprio sofrimento Assim a elaboração do luto quando mediada pela escuta ativa e pela sustentação do vínculo terapêutico constitui um processo que permite reconhecer e nomear afetos reorganizar experiências e fortalecer a capacidade de simbolização Nesse sentido a prática clínica deste caso buscou favorecer que o paciente se percebesse autorizado a sentir expressar e compreender seus próprios estados emocionais reduzindo a necessidade de defesas rígidas e ampliando seus recursos para lidar com conflitos internos e externos Conclusão 6º Neste item ao psicólogao autoraor do relatório deve descrever suas conclusões a partir do que foi relatado na análise considerando a natureza dinâmica e não cristalizada do seu objeto de estudo I Na conclusão pode constar encaminhamento orientação e sugestão de continuidade do atendimento ou acolhimento De acordo com o artigo 29 do código de Ética do Psicólogo o profissional que rec eber este relatório tornase cor responsável pelo sigilo de seu conteúdo Este documento não pode ser utilizado para fins diferente do apontado no item de identificação o mesm o tem o caráter sigiloso não nos responsabilizamos pelo uso dado ao relatório por parte da pessoa após a entrega em en trevista devolutiva presencial E ste documento tem a validade de um ano Campo Grande MS 12 de dezembro de 202 5 Mariana da Silva Rios Juan RA XXXXXXX CRP 14XXXXXXX Acadêmicoa Psicólogo a Clínica escola de Psicologia Clínica escola de Psicologia Universidade Anhanguera Uniderp Universidade Anhanguera Uniderp Regiane Aparecida Maciel CRP 14 10060 Psicóloga e Responsável Técnica Clínica escola de Psicologia Universidade Anhanguera Uniderp Avenida Ricardo Brandão 900 Complexo I Itanhangá Park Campo Grande MS Telefone 67 334883 94 ou 67 33488478 Página 5 de 7 Universidade Anhanguera Uniderp Curso de Psicologia Centro de reabilitação Clínica escola de Psicologia
19
Psicanálise
UMG
3
Psicanálise
UMG
24
Psicanálise
UMG
4
Psicanálise
UMG
7
Psicanálise
UMG
73
Psicanálise
UMG
11
Psicanálise
UMG
11
Psicanálise
UMG
24
Psicanálise
UMG
62
Psicanálise
UMG
Texto de pré-visualização
Regiane Aparecida Maciel responsável técnica e psicóloga CRP14 10060 nome d o professor orientador a e psicólog o a CRP 14 nome do aluno a acadêmico a do curso de psicologia da Universidade Anhanguera Uniderp RA 000000000 solicitad o pela sra XX para acompanhamento psicológico devido a XXXXX RELATÓRIO PSICOLÓGICO Identificação Autores Regiane Aparecida Maciel CRP 14 10060 nome do professororientador CRP XXXXX Aluno RA XXXXXX Solicitante Psiquiatra Dra XXXXXXX OU NOME DO PACIENTE Finalidade Psicoterapia breve baseada nos indícios verificados através do Psicodiagnóstico Dados do paciente Nome Majorie Data de nascimento 00000000 Idade 24 anos meses Sexo Feminino Estado civil Solteira Naturalidade Campo Grande MS Nacionalidade Brasileira Profissão Escolaridade Superior incompleto Lateralidade Filiação Mãe nome da mãe Idade 00 anos Pai nome do pai Idade 00 anos Data e local do tratamento psicológico O tratamento psicológico ocorreu no período de 17 de outubro a 09 de dezembro de 202 3 na Clínica escola de Psicologia da Universidade Anhanguera Uniderp sito na Avenida Ricardo Brandão 900 Campo Grande MS Descrição da demanda procurou atendimento psicológico relatando dificuldades relacionadas ao manejo das próprias emoções especialmente em situações de conflito ou frustração nas quais apresenta episódios de explosividade irritabilidade e posteriormente sentimentos de culpa Segundo a paciente esses comportamentos vêm se intensificando ao longo dos últimos anos interferindo em suas relações interpessoais principalmente com familiares e pessoas próximas Além disso Majorie refere vivenciar sintomas de ansiedade e desconforto em contextos sociais descrevendo comportamentos de esquiva medo de julgamentos e preocupação excessiva com a forma como é percebida pelos outros Por conta disso relata evitar situações que envolvem exposição ou interação com grupos o que tem limitado sua rotina e atividades cotidianas A paciente também menciona um histórico de sobrecarga emocional afirmando que costuma guardar sentimentos até que eles se tornem difíceis de conter Chegou até o atendimento por indicação e expressa o desejo de compreender melhor suas emoções desenvolver estratégias de controle e melhorar sua capacidade de se relacionar com as pessoas ao seu redor Impressões gerais obtidas A paciente apresentouse inicialmente com atrasos nos dois primeiros atendimentos porém no terceiro encontro chegou com antecedência demonstrando maior organização em relação ao horário Mostrase assídua e colaborativa durante as sessões Sua vestimenta costuma ser composta por roupas curtas e chamativas compatíveis com seu estilo pessoal a higiene e o cuidado pessoal são adequados História Pregressa Nos atendimentos iniciais Majorie relatou que suas dificuldades relacionadas ao manejo das emoções e os episódios de explosividade vêm se tornando mais evidentes ao longo dos últimos anos Descrevese como alguém que tende a guardar sentimentos e incômodos acumulando tensões que em determinados momentos resultam em reações intensas especialmente em situações de conflito Após tais episódios refere experimentar sentimentos de culpa e frustração consigo mesma A paciente compartilhou que seu pai faleceu há aproximadamente nove meses Ao falar sobre ele demonstra afeto e carinho utilizando um tom emotivo e cuidadoso Refere ter tido uma relação significativa com ele e embora ainda não consiga explorar com profundidade o impacto dessa perda reconhece que esse evento recente trouxe mudanças importantes em sua vida emocional No entanto a paciente relata não saber ao certo de que forma essa vivência pode estar relacionada às dificuldades atuais apresentando esse tema de maneira reflexiva porém com certa contenção emocional Majorie também menciona que após a morte do pai sua relação com a mãe tem se apresentado como mais conflituosa Diz que em alguns momentos sentese pressionada ou incompreendida o que pode contribuir para o aumento da tensão emocional no ambiente familiar Contudo ainda não identifica claramente os sentimentos envolvidos nessa relação mostrandose em um processo inicial de elaboração Com relação às situações sociais relata desconforto e ansiedade ao estar em grupos ou ambientes de exposição com preocupação constante sobre como é percebida pelos outros Em alguns casos tende a evitar esses contextos para reduzir o malestar o que tem limitado sua participação em atividades cotidianas De acordo com o relato da paciente observase um cic lo emocional caracterizado por dificuldade em expressar gradativamente seus afetos acúmulo de tensão interna explosões emocionais diante de frustrações e posterior sentimento de culpa e sofrimento subjetivo Procedimentos O atendimento foi realizado pela estagiária de Psicologia sob supervisão docente em contexto de clínicaescola Até o presente momento foram realizadas três sessões com duração de 45 minutos cada em frequência semanal A abordagem adotada fundamentase na escuta ativa Segundo Rogers 1977 a escuta ativa constitui um recurso essencial para o estabelecimento do vínculo terapêutico pois envolve a capacidade de acolher o outro em sua experiência subjetiva com atenção genuína empatia e aceitação incondicional Dessa forma a escuta não se limita a ouvir o conteúdo verbal mas inclui a consideração dos afetos gestos silêncios e significados implícitos favorecendo a expressão e elaboração das vivências internas da paciente P riorizando assim o acolhimento a construção de vínculo terapêutico e a compreensão do contexto subjetivo da paciente A condução buscou favorecer um espaço seguro para expressão emocional permitindo que a paciente se sentisse ouvida legitimada e acompanhada na nomeação de seus afetos Análise A o longo dos atendimentos observouse que o processo terapêutico foi conduzido com base na escuta ativa entendida como uma postura clínica que vai além de ouvir o que é dito verbalmente acolhendo também silêncios gestos pausas e nuances emocionais que emergem na relação A escuta ativa possibilita que o paciente percebase compreendido e legitimado em sua experiência interna favorecendo a construção de um espaço seguro para elaboração de conteúdos afetivos e conflitos Segundo Zimerman 2001 a escuta psicanalítica implica ouvir para além das palavras captando afetos fantasias defesas e contradições que constituem o discurso do sujeito Dessa forma o foco não se restringe ao relato factual mas à produção subjetiva que emerge no encontro No caso analisado observouse que o paciente apresenta manifestações compatíveis com processos de ansiedade oscilando entre momentos de retraimento e momentos de fala acelerada quando se aproxima de conteúdos afetivos significativos Em diferentes sessões quando surgiam temas relacionados à figura paterna ou à vivência de mudanças familiares o paciente demonstrava tensões físicas como evitar olhar nos olhos movimentar repetidamente as mãos e suspender a respiração Tais reações podem ser compreendidas como mecanismos de defesa especialmente a evitação e a racionalização utilizados para lidar com afetos difíceis de simbolizar Laplanche Pontalis 2001 Ao considerar a história de vida destacase a presença de experiências de perdas simbólicas e concretas que repercutem no modo como o paciente organiza seus afetos Na psicanálise o luto é entendido como um processo psíquico necessário à elaboração da perda permitindo que o sujeito gradualmente desinvista a energia libidinal antes investida no objeto perdido e a reinvista em novos vínculos e projetos Freud 1917 em Luto e Melancolia afirma que o luto é um trabalho psíquico ativo no qual o sujeito reconhece a perda enfrenta o sofrimento decorrente e progressivamente reconstrói sua relação com o mundo externo e interno Entretanto quando a elaboração do luto encontra obstáculos podem surgir dificuldades emocionais tais como sentimentos persistentes de culpa ambivalência afetiva e dificuldade em expressar necessidades emocionais Melanie Klein 1940 discute que diante da perda real ou simbólica de um objeto amado o sujeito pode experimentar a chamada culpa reparadora sentimento relacionado ao desejo inconsciente de reparar o objeto interno danificado No paciente é possível identificar movimentos subjetivos nessa direção como quando tenta não preocupar os outros e assume responsabilidades que não correspondem à sua idade revelando um funcionamento que busca preservar vínculos ao custo do próprio sofrimento Assim a elaboração do luto quando mediada pela escuta ativa e pela sustentação do vínculo terapêutico constitui um processo que permite reconhecer e nomear afetos reorganizar experiências e fortalecer a capacidade de simbolização Nesse sentido a prática clínica deste caso buscou favorecer que o paciente se percebesse autorizado a sentir expressar e compreender seus próprios estados emocionais reduzindo a necessidade de defesas rígidas e ampliando seus recursos para lidar com conflitos internos e externos Conclusão 6º Neste item ao psicólogao autoraor do relatório deve descrever suas conclusões a partir do que foi relatado na análise considerando a natureza dinâmica e não cristalizada do seu objeto de estudo I Na conclusão pode constar encaminhamento orientação e sugestão de continuidade do atendimento ou acolhimento De acordo com o artigo 29 do código de Ética do Psicólogo o profissional que rec eber este relatório tornase cor responsável pelo sigilo de seu conteúdo Este documento não pode ser utilizado para fins diferente do apontado no item de identificação o mesm o tem o caráter sigiloso não nos responsabilizamos pelo uso dado ao relatório por parte da pessoa após a entrega em en trevista devolutiva presencial E ste documento tem a validade de um ano Campo Grande MS 12 de dezembro de 202 5 Mariana da Silva Rios Juan RA XXXXXXX CRP 14XXXXXXX Acadêmicoa Psicólogo a Clínica escola de Psicologia Clínica escola de Psicologia Universidade Anhanguera Uniderp Universidade Anhanguera Uniderp Regiane Aparecida Maciel CRP 14 10060 Psicóloga e Responsável Técnica Clínica escola de Psicologia Universidade Anhanguera Uniderp Avenida Ricardo Brandão 900 Complexo I Itanhangá Park Campo Grande MS Telefone 67 334883 94 ou 67 33488478 Página 5 de 7 Universidade Anhanguera Uniderp Curso de Psicologia Centro de reabilitação Clínica escola de Psicologia