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Roteiro de Atividade de Aprendizagem Atividade Prática Orientada APO Disciplina Parasitologia Clínica Temática Parasitas Sanguíneos 1 Contextualização O exame parasitológico sanguíneo é aquele que permite a diferenciação dos parasitos encontrados no sangue periférico a partir da análise morfológica É possível também avaliar a parasitemia do paciente Os métodos utilizados são gota espessa e camada delgada O método da gota espessa é a técnica mais utilizada para o diagnóstico laboratorial da malária É um exame simples e de eficaz diagnóstico além do seu baixo custo Esta técnica baseiase na visualização do parasito através de microscopia óptica após coloração Este método aumenta a probabilidade de encontrar o parasito devido à concentração maior da amostra sendo desvantagem a modificação da morfologia do parasito durante o processo Já o método de camada delgada permite a identificação das estruturas morfológicas da espécie alvo Apresenta como vantagem a possibilidade de melhor visualização das formas evolutivas Em contraponto não indicada para pacientes com baixa parasitemia Desta forma o esfregaço delgado é menos sensível e mais específico quando comparado com a gota espessa 2 Etapas e roteiro da atividade Etapa 1 Conversar com um profissional da saúde biomédico ou farmacêutico responsável pelo diagnóstico parasitológico sanguíneo em um laboratório de análises clínicas e questionar sobre a Quantos habitantes possui a cidade onde se encontra o laboratório b Qual a média de exames parasitológicos de fezes e sanguíneo por mês c Frequência de entrada de exames parasitológicos sanguíneos aqui considerar os raspados para diagnóstico de Leishmaniose e desconsiderar os testes sorológicos d Qual o parasita sanguíneo mais encontrado e Quais os métodos sanguíneos realizados f O que é fundamental em um laudo de parasitologia sanguínea Etapa 2 Analisando as respostas obtidas com a entrevista juntamente com o conteúdo que foi discutido em aula sugerir um laudo para parasitologia sanguínea Apresentar um laudo positivo e um negativo Etapa 3 Desenhar as formas evolutivas relacionadas ao diagnóstico da tripanossomíase e leishmaniose Referências BRASIL Ministério da Saúde Secretaria em Vigilância em Saúde Manual de Diagnóstico Laboratorial da Malária 2ª edição Disponível em httpswwwgovbrsaudeptbrcentraisde conteudopublicacoessvsamalariadiagnosticodemalariamanualdediagnosticolaboratorialda malaria2aedicaoview Acesso em 04 março de 2024 DE CARLI G A Parasitologia clínica seleção de métodos e técnicas de laboratório para o diagnóstico de parasitoses humanas São Paulo Atheneu 2007 943p 1 NEVES DP Atlas didático de parasitologia São Paulo Atheneu 2009 112p 2 Exame Parasitológico do Sangue Nome Paciente Zero Documento 0000000X Contato 00000000 Médico Responsável X Instituição Hospital X Localidade X Data de nascimento 000000 Código do exame 010 Código da coleta 023 Data do exame 20032025 Data de entrega 27032025 Resultado emitido em 23032025 ANÁLISE MICROSCÓPICA MÉTODO À FRESCO RESULTADO POSITIVO REFERÊNCIA NEGATIVO NOTA Presença de 7 formas tripomastigotas no sangue indicando presença de Trypanosoma Cruzi MÉTODO GOTA ESPESSA RESULTADO POSITIVO REFERÊNCIA NEGATIVO NOTA Presença de 6 formas tripomastigotas no sangue indicando presença de Trypanosoma Cruzi MÉTODO GOTA DELGADA RESULTADO POSITIVO REFERÊNCIA NEGATIVO NOTA Presença de 8 formas tripomastigotas no sangue indicando presença de Trypanosoma Cruzi Observações Responsável pela realização do exame Roteiro de Atividade de Aprendizagem Atividade Prática Orientada APO Disciplina Parasitologia Clínica Temática Parasitas Sanguíneos 1 Contextualização O exame parasitológico sanguíneo é aquele que permite a diferenciação dos parasitos encontrados no sangue periférico a partir da análise morfológica É possível também avaliar a parasitemia do paciente Os métodos utilizados são gota espessa e camada delgada O método da gota espessa é a técnica mais utilizada para o diagnóstico laboratorial da malária É um exame simples e de eficaz diagnóstico além do seu baixo custo Esta técnica baseiase na visualização do parasito através de microscopia óptica após coloração Este método aumenta a probabilidade de encontrar o parasito devido à concentração maior da amostra sendo desvantagem a modificação da morfologia do parasito durante o processo Já o método de camada delgada permite a identificação das estruturas morfológicas da espécie alvo Apresenta como vantagem a possibilidade de melhor visualização das formas evolutivas Em contraponto não indicada para pacientes com baixa parasitemia Desta forma o esfregaço delgado é menos sensível e mais específico quando comparado com a gota espessa 2 Etapas e roteiro da atividade Etapa 1 Conversar com um profissional da saúde biomédico ou farmacêutico responsável pelo diagnóstico parasitológico sanguíneo em um laboratório de análises clínicas e questionar sobre a Quantos habitantes possui a cidade onde se encontra o laboratório R Pindamonhangaba tem aproximadamente 165 mil habitantes b Qual a média de exames parasitológicos de fezes e sanguíneo por mês R A média de exames sanguíneos é rara entre 1 a 3 exames por mês Já os exames de fezes ocorrem com maior frequência entre 300 até 500 exames de rotina por mês em laboratório de pequeno porte c Frequência de entrada de exames parasitológicos sanguíneos aqui considerar os raspados para diagnóstico de Leishmaniose e desconsiderar os testes sorológicos R Raros exames parasitológicos por ano No entanto pode ocorrer alteração em hemograma automatizado que exige contagem manual por esfregaço sanguíneo Sendo assim durante a rotina de hemograma existe a possibilidade de constatar a presença de doenças parasitárias no sangue tais como malária filariose de Bancroft tripanossomoses e mais raramente leishmaniose visceral d Qual o parasita sanguíneo mais encontrado R Parasita da malária gênero Plasmodium e Quais os métodos sanguíneos realizados R Exame à fresco exame de gota espessa ou exame da gota estirada Método 1 O exame à fresco é realizado a partir de uma gota de sangue com ou sem salina 1 em uma lâmina coberta por uma lamínula Útil para a pesquisa de tripanossomos e de microfilárias Método 2 O exame de gota espessa deve ser realizado a partir de uma gota de sangue espalhada em lâmina de vidro numa área de 1 cm2 e deixar secar 6 a 36 horas antes da coloração O corante para a gota espessa é a solução de Giemsa usada no método de Giemsa para coloração dos esfregaços Método 3 Exame da gota estirada utiliza uma gota de sangue que será distendida numa lâmina de vidro a partir de outra lâmina distensora Inicialmente posicionase a parte distensora em 90 e por capilaridade o sangue se espalha entre as lâminas Em um movimento rápido e contínuo a lâmina distensora é deslocada para a frente obtendose assim a camada delgada Entre os métodos mais comumente usados para coloração de esfregaços indicamos Método de Giemsa Método de Leishman Método de May GrünwaldGiemsa f O que é fundamental em um laudo de parasitologia sanguínea R Fundamental descrever as estruturas observadas e a forma evolutiva do parasita bem como descrever a carga parasitária e o método utilizado na detecção do parasita Etapa 2 Analisando as respostas obtidas com a entrevista juntamente com o conteúdo que foi discutido em aula sugerir um laudo para parasitologia sanguínea Apresentar um laudo positivo e um negativo Etapa 3 Desenhar as formas evolutivas relacionadas ao diagnóstico da tripanossomíase e leishmaniose SUGESTÕES PARA DESENHO Trypanossoma cruzi Todas as 3 formas podem aparecer no exame parasitológico do sangue corado por Giemsa Leishmania 2 Figuras 1 e 2 mostram amastígotas coradas por Giemsa 3 Figura 5 mostra a forma promastigota que pode ser visualizada a partir de cultivo Referências BRASIL Ministério da Saúde Secretaria em Vigilância em Saúde Manual de Diagnóstico Laboratorial da Malária 2ª edição Disponível em httpswwwgovbrsaudeptbrcentraisde conteudopublicacoessvsamalariadiagnosticodemalariamanualdediagnosticolaboratorialda malaria2aedicaoview Acesso em 04 março de 2024 DE CARLI G A Parasitologia clínica seleção de métodos e técnicas de laboratório para o diagnóstico de parasitoses humanas São Paulo Atheneu 2007 943p NEVES DP Atlas didático de parasitologia São Paulo Atheneu 2009 112p 4 Exame Parasitológico do Sangue Nome Paciente Zero Documento 0000000X Contato 00000000 Médico Responsável X Instituição Hospital X Localidade X Data de nascimento 000000 Código do exame 010 Código da coleta 023 Data do exame 20032025 Data de entrega 27032025 Resultado emitido em 23032025 ANÁLISE MICROSCÓPICA MÉTODO À FRESCO RESULTADO NEGATIVO REFERÊNCIA NEGATIVO NOTA MÉTODO GOTA ESPESSA RESULTADO NEGATIVO REFERÊNCIA NEGATIVO NOTA MÉTODO GOTA DELGADA RESULTADO NEGATIVO REFERÊNCIA NEGATIVO NOTA Observações Responsável pela realização do exame Exame Parasitológico do Sangue

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visualização das formas evolutivas Em contraponto não indicada para pacientes com baixa parasitemia Desta forma o esfregaço delgado é menos sensível e mais específico quando comparado com a gota espessa 2 Etapas e roteiro da atividade Etapa 1 Conversar com um profissional da saúde biomédico ou farmacêutico responsável pelo diagnóstico parasitológico sanguíneo em um laboratório de análises clínicas e questionar sobre a Quantos habitantes possui a cidade onde se encontra o laboratório b Qual a média de exames parasitológicos de fezes e sanguíneo por mês c Frequência de entrada de exames parasitológicos sanguíneos aqui considerar os raspados para diagnóstico de Leishmaniose e desconsiderar os testes sorológicos d Qual o parasita sanguíneo mais encontrado e Quais os métodos sanguíneos realizados f O que é fundamental em um laudo de parasitologia sanguínea Etapa 2 Analisando as respostas obtidas com a entrevista juntamente com o conteúdo que foi discutido em aula sugerir um laudo para parasitologia sanguínea Apresentar um laudo positivo e um negativo Etapa 3 Desenhar as formas evolutivas relacionadas ao diagnóstico da tripanossomíase e leishmaniose Referências BRASIL Ministério da Saúde Secretaria em Vigilância em Saúde Manual de Diagnóstico Laboratorial da Malária 2ª edição Disponível em httpswwwgovbrsaudeptbrcentraisde conteudopublicacoessvsamalariadiagnosticodemalariamanualdediagnosticolaboratorialda malaria2aedicaoview Acesso em 04 março de 2024 DE CARLI G A Parasitologia clínica seleção de métodos e técnicas de laboratório para o diagnóstico de parasitoses humanas São Paulo Atheneu 2007 943p 1 NEVES DP Atlas didático de parasitologia São Paulo Atheneu 2009 112p 2 Exame Parasitológico do Sangue Nome Paciente Zero Documento 0000000X Contato 00000000 Médico Responsável X Instituição Hospital X Localidade X Data de nascimento 000000 Código do exame 010 Código da coleta 023 Data do exame 20032025 Data de entrega 27032025 Resultado emitido em 23032025 ANÁLISE 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laboratorial da malária É um exame simples e de eficaz diagnóstico além do seu baixo custo Esta técnica baseiase na visualização do parasito através de microscopia óptica após coloração Este método aumenta a probabilidade de encontrar o parasito devido à concentração maior da amostra sendo desvantagem a modificação da morfologia do parasito durante o processo Já o método de camada delgada permite a identificação das estruturas morfológicas da espécie alvo Apresenta como vantagem a possibilidade de melhor visualização das formas evolutivas Em contraponto não indicada para pacientes com baixa parasitemia Desta forma o esfregaço delgado é menos sensível e mais específico quando comparado com a gota espessa 2 Etapas e roteiro da atividade Etapa 1 Conversar com um profissional da saúde biomédico ou farmacêutico responsável pelo diagnóstico parasitológico sanguíneo em um laboratório de análises clínicas e questionar sobre a Quantos habitantes possui a cidade onde se encontra o laboratório R Pindamonhangaba tem aproximadamente 165 mil habitantes b Qual a média de exames parasitológicos de fezes e sanguíneo por mês R A média de exames sanguíneos é rara entre 1 a 3 exames por mês Já os exames de fezes ocorrem com maior frequência entre 300 até 500 exames de rotina por mês em laboratório de pequeno porte c Frequência de entrada de exames parasitológicos sanguíneos aqui considerar os raspados para diagnóstico de Leishmaniose e desconsiderar os testes sorológicos R Raros exames parasitológicos por ano No entanto pode ocorrer alteração em hemograma automatizado que exige contagem manual por esfregaço sanguíneo Sendo assim durante a rotina de hemograma existe a possibilidade de constatar a presença de doenças parasitárias no sangue tais como malária filariose de Bancroft tripanossomoses e mais raramente leishmaniose visceral d Qual o parasita sanguíneo mais encontrado R Parasita da malária gênero Plasmodium e Quais os métodos sanguíneos realizados R Exame à fresco exame de gota espessa ou exame da gota estirada Método 1 O exame à fresco é realizado a partir de uma gota de sangue com ou sem salina 1 em uma lâmina coberta por uma lamínula Útil para a pesquisa de tripanossomos e de microfilárias Método 2 O exame de gota espessa deve ser realizado a partir de uma gota de sangue espalhada em lâmina de vidro numa área de 1 cm2 e deixar secar 6 a 36 horas antes da coloração O corante para a gota espessa é a solução de Giemsa usada no método de Giemsa para coloração dos esfregaços Método 3 Exame da gota estirada utiliza uma gota de sangue que será distendida numa lâmina de vidro a partir de outra lâmina distensora Inicialmente posicionase a parte distensora em 90 e por capilaridade o sangue se espalha entre as lâminas Em um movimento rápido e contínuo a lâmina distensora é deslocada para a frente obtendose assim a camada delgada Entre os métodos mais comumente usados para coloração de esfregaços indicamos Método de Giemsa Método de Leishman Método de May 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