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Texto de pré-visualização
Cartas de Controle DE CONTROLE É um conjunto de pontos amostras ordenados no tempo que são interpretados emfunção de linhas horizontais chamadas de LSC limite superior de controle e LIClimite inferior de controle Carta de Controle para valores individuais LINHA CENTRAL LLIMITE INFERIOR DE LIMITE SUPERIOR r o la V 300 275 250 225 l a u d i v 200 i d n I 175 150 LSC2935 X2200 LIC1465 1 Observação CONTROLE Cartas de Controle As Cartas de Controle são elaboradas para dados com distribuição Normal ouaproximadamente Normal São ferramentas para o monitoramento da variabilidade eavaliação da estabilidade do processo Através das Cartas de Controle podemos distinguir a atuação de causas comuns ecausas especiais no processo Carta de Controle para valores individuais O processo está sujeito Individua lX 2200 apenas às causas comuns epor isso é considerado estável e previsível Dizemos que o 300 275 250 225 r 200 o l a V 175 150 1 5 9 13 17 21 25 29 33 Observação LSC 2935 LIC1465 processo está sob controleestatistico Cartas de Controle A teoria estatística desenvolvida por Shewhart para cálculo dos limites de controle ébaseada na ideia da Distribuição Normal e sendo o processo estável os dados daamostra terão probabilidade muito próxima a 100 de estarem dentro do intervalo de3 sigma e 3 sigma à partir da média populacional Quando um valor fica fora desseintervalo assumese que o processo não é mais estável Carta de Controle para valores individuais Individua lX2176 O processo está sujeito a instável ee especiais por isso é r o la V 325 1 300 275 250 225 200 175 150 17 21 1 5 9 13 25 29 33 LSC2978 LIC1375 fora de controle estatistico causascomuns considerado imprevisível Dizemos que o processo está Observação Regra do Desvio Padrão Carta I de C3 X 14996 O bservação V alor IndividualLSC16654 1SL 14443 17 21 17 16 2SL 13890 2SL16101 1SL15549 6 15 8 2 95 4 99 7 14 13 6 4 4 LIC13338 1 5 9 13 25 29 33 Causas Comuns Resulta da variabilidade presente mesmo em condições normais de operação do processo de forma aleatória no processo gerando uma variabilidade inerente no processo Em geral só podem ser resolvidas por uma ação global sobre o decisão gerencial São diferenças mínimas peçaapeça devida a pequenas causas de variação que atuam sistema Os operadores estão em boa posição para identificálas mas a sua correção exige 96 Causas Comuns A correção pode não se justificar economicamente ou sob controle pois apresenta sempre a mesma variabilidade ao longo do tempo Causas comuns pequenas imperfeições no equipamento design inadequado de um produto processos que estão funcionado mas não estão otimizados compra sistemática de materiais com baixa qualidade inexistência de treinamento falta de padronização das operações Um processo que apresenta apenas causas comuns atuando é dito um processo estável Causas Especiais Elas fazem com que o processo saia fora de seu padrão natural de operação e têm um As causas especiais são causas que não seguem um padrão aleatório e por isso também são chamadas de causas assinaláveis efeito indesejável significativo sobre o desempenho do processo por isso devem ser identificadas e neutralizadas Causas Especiais A eliminação dessas causas se justifica economicamente Causas especiais provêm geralmente de Máquina ajustada ou operada de maneira inadequada Alteração gradual no processo falta de manutenção tendências Erros do operador Lote de matériaprima com problema Quebra de equipamento de medição Causas especiais em geral são corrigidas por ação local e por isso são de responsabilidade dos operadores apesar de algumas vezes a gerência estar em melhor posição para resolver oproblema Identificação de Causas Especiais A ocorrência de qualquer um dos 5 testes que abordaremos a seguir indica umapotencial causa especial atuando no processo e consequentemente a evidência deinstabilidade e necessidade da série de pontos que precisa ser investigada Pontos fora dos Limites de Controle 250Um ou mais pontos ultrapassam as linhas doLIC ou LSC 17 21 O bservação V alo r Individua lX2184 Carta de Controle para valores individuais 325 1 1 300 LS C2983 275 225 200 175 150 LIC1385 1 5 9 13 25 29 33 Identificação de Causas Especiais Carta I de C1 Periodicidade A curva traçada apresentarepetidamente uma tendênciapara cima e para baixo emintervalos de tempos deamplitude similares 300 275 250 LS C2893 lX 2204 225 a u d i r v i o l 200 d a n V I 175 150 1 5 9 13 17 21 25 29 33 LIC1515 Observação Identificação de Causas Especiais Carta I de C1 Sequência Sete ou mais pontos consecutivos aparecem X 2197 em apenas um doslados da linha média la u di v i d n Ir o la V 300 275 250 225 200 175 150 LSC2871 LIC1523 1 Observação Identificação de Causas Especiais Carta I de C1 Tendência 300 275 250 l a LSC2857 Sete ou mais pontos um movimento contínuo ascendente ou descendente u di v i d n Ir o la V 225 200 175 150 3 3 1 5 9 13 17 21 25 29 33 X2230 LIC1603 consecutivos apresentam Observação Identificação de Causas Especiais Aproximação do limites de controle Carta I de C1 300 5 9 13 17 21 25 29 335 5 275 250 Ocorrência de 2 de três pontos consecutivos entreas linhas 2sigma e 3sigma ou entre as linhas 2sigma e 3sigma LSC2904 2SL2672 l r o la V 225 X2208 a u d i v i 200 d n I 175 2SL1743 LIC1511 150 1 Observação Tarefa Prática Identificação de Causas Especiais Identifique se o processo abaixo apresenta causas especiais ou seja se é umprocesso fora de controle estatístico e indique quais são os critérios deLSC30 00 LIC 1467 2SL 274 4 2SL1723Carta I de C1 225 X 2234 instabilidade 1 5 9 13 17 21 25 29 33 325 300 275 l a 250 u d i v i d n I r o l a 200 V 175 150 Observação Tarefa Prática Identificação de Causas Especiais Identifique se o processo abaixo apresenta causas especiais ou seja se é umprocesso fora de controle estatístico e indique quais são os critérios de 1 Ponto fora do limite superior de controle 2 Aproximação LSC30 00 LIC 1467 2SL 274 4 2SL1723Carta I de C1 225 X 2234 pontos entre 3 Sequência instabilidade 1 5 9 13 17 21 25 29 33 325 300 275 l dos limites de a 250 u d i controle dois v i d n pontos de 3 I r o l a 200 V 2sigma e 175 3sigma 150 Observação Causas Comuns X Especiais CAUSAS ESPECIAISCAUSAS COMUNS Pequena A natureza Grande A natureza súbita chama a atenção de todos Visibilidade do Mudar para nível melhor Restabelecer o nívelAção Requerida ASPECTO Investimento Pequeno problemapela ação muito freqüentepróxi processoOperadores pessoalao processo anterior Dados Simples coleta rotine especia freqüen Análise Simples e feita por pessoal Responsabilidade próximo Causas Comuns X Especiais Causas especiais Se causas especiais estão Causas comuns estável e previsível Se apenas as causas comuns presentes o comportamento do estão presentes o processo não é estável e não é comportamento do processo é previsível 88 Causas Comuns X Especiais Exemplos de processos fora de controle presença de causa especial Tendência na Média estável Deslocamento na Variabilidade instável e outra para monitorar a variabilidade Média instável média média Aumento da Variabilidade variabilidade Variabilidade constante constante As cartas de controle são aos pares uma para monitorar a tendência central 10 9 Causas Comuns X Especiais 1 Estabilidade do Processo Eliminação das causas especiais Processo sob controle estável eliminação das causas especiais e presença somente causas comuns Processo fora de controle instável surgimento de causas especiais LCS LCI Limites de Tempo controle Dimensão Causas Comuns X Especiais 2 Capacidade de Processo atendimento às especificações do cliente Redução das causas comuns fornecido pelo cliente ou projetoProcesso sob controle e capaz redução de causas comuns variação excessiva devido às causas comuns Somente quando o processo estiver sob controle sem causas especiais Tempo Processo sob controle mas não capaz LSE meta LIE Limites de especificação Causas Comuns X Especiais Causa comum Causa especial Teste de hipótese H0 xi x causa comun a cada amostra H1 xi x causa especial x 3x x x x 3x 3xx 3x LCS LC LCI 11 2 A meta de um sistema de controle do processo é permitir as decisões corretas referentes a quando agir sobre o processo Excesso ou falta de ação são prejudiciais Excesso de ação atuação em causas comuns como se fossem causas especiais desnecessário erro tipo I probabilidade α ou risco do produtor Falta de ação causas especiais podem passar despercebidas como causas aceitável o que deveria ser rejeitado erro tipo II probabilidade β ou risco do Escolha de Limite de Controle pode levar a um aumento da variação além de representar um custo comuns incorporandose ao resultado do processo ou seja tornando cliente 1 β α2 α2 LIC LSC n p detectar pequenas mudanças freqüência de amostragem p detectar mudanças Ideal amostras grandes com alta freqüência não é viável n freqüência mais utilizado na indústria n freqüência Tamanho e Frequência de Amostragem economicamente Dicotomia COLETA DE DADOS Passo 1 CÁLCULO DOS LIMITES Passo 2 AÇÃO LOCALOperador ESTABILIDADE Passo 3 CAUSAS ESPECIAIS AÇÃO NO SISTEMAGerência REDUÇÃO DAS Procedimento Interativo de Melhoria Passo 4 DE CONTROLE P O CAUSAS COMUNS ROTINA PROCESSO MELHORIA ELIMINAÇÂO DAS MONITORAMENTO AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DO PROCESSO Passo 1 Coleta de dados O processo é colocado em funcionamento e se coleta dados referentes à característicaem estudo Esses dados podem ser Dimensões de uma peça usinada Número de defeitos em um circuito impresso Viscosidade de um produto químico Resistência de um componente Procedimento Interativo de Melhoria Peso de um refrigerante Passo 2 Cálculo dos limites de controle Para o cálculo dos limites de controle das cartas de valores individuais I substituisena fórmula descrita acima o coeficiente A2por E2 e a média das médias pela média dosvalores encontrados LIC E2 Procedimento Interativo de Melhoria E2 A2 D3e D4são constantes que dependem do tamanho da amostra Para verificar a tabela completa das constantes consultar manual do CEP 2 ª edição apêndice E Cálculo dos limites de controle para as cartas de amplitudes móvel e média Amplitude R ou AM Cálculo dos limites de controle para as cartas das médias Média X LSC E2 Passo 3 Avaliação da Estabilidade Monitoramento Essa é a tarefa do diaadia rotina Os dados continuam sendo coletados e sãoplotados na carta de controle Enquanto apenas as causas comuns estão presentes oesperado é que os pontos plotados permaneçam dentro dos limites de controle Um ponto fora dos limites de controle é uma indicação da provável presença decausas especiais e deve ser investigado As causas especiais devem ser eliminadas Procedimento Interativo de Melhoria Passo 4 Avaliação da capacidade Após a eliminação de todas as causas especiais o processo estará funcionando emcontrole estatístico Então podemos avaliar sua real capacidade A capacidade é a habilidade do processo em atender as especificações do cliente Procedimento Interativo de Melhoria O processo pode ser representado por uma distribuição de probabilidade forma tendência central média e dispersão desviopadrão 119 Passo 4 Avaliação da capacidade LIE LSEProcesso não capaz e descentralizado Ajuste de máquina LIE LSE LIE LSE MetaProcesso não capaz e centralizado Ordem da realização das estratégias Programa de treinamento revisão de procedimentos projeto de experimentos Redesign do produto projeto de experimentos pode Procedimento Interativo de Melhoria Troca de processo nova tecnologia Negociação com o cliente por limites mais largos Processo capaz e centralizado Troca de fornecedor matéria prima de maior qualidade Investigação de novos parâmetros de processo auxiliar 120 O emprego correto das cartas de controle Permite que o monitoramento do processo seja executado pelos próprios operadores Fornece uma distinção clara entre causas comuns e causas especiais Serve de guia para ações locais ou gerenciais Os índices de capacidade do processo Cp e Cpk fornecem uma linguagem comum paradiscutir o desempenho do processo O CEP auxilia o processo a atingir alta qualidade baixo custo unitário alta capacidade efetiva Vantagens das Cartas de Controle consistência e previsibilidade Tipos de Cartas de Controle Existem várias opções de Cartas de Controle utilizadas conforme é feita a coleta dos dados Cartas de Controle IAM XAM ou XR As Cartas IAM são utilizadas quando o tamanho da amostra é igual a uma unidade por período de medição subgrupo 1 Carta I ou X apresenta os valores individuais no eixo do tempo e a linha central é igual à média dosvalores Validamos os 5 critérios de instabilidade na Carta I Carta AM ou R apresenta os valores da Amplitude Móvel no eixo do tempo uma medida devariabilidade de curto prazo A linha central é igual à média das amplitudes móveis Validamos apenas ocritério pontos fora dos limites de controle na Carta AM A amplitude móvel é calculada como o módulo da subtração de dois valores individuais consecutivos Atividade Prática Empresa Topa Tudo A empresa Varejo Online Topa Tudo é líder de mercado desde 2009 mas cresceu de formadesordenada e atualmente enfrenta problemas com custos acima do previsto desperdícios eUm dos maiores problemas são os erros e os desperdícios no processo de embalagem e expediçãodos produtos nos Centros de Distribuição Um percentual significativo de embalagens são descartadaspor estarem rasgadas ou amassadas impedindo a entrega correta dos produtosretrabalho Atividade Prática Empresa Topa Tudo Um Engenheiro verificou que o percentual médio de embalagens classificadas como defeituosas econsequentemente descartadas era de 34 Com isso um projeto Lean Seis Sigma foi iniciado comuma meta de reduzir o embalagens defeituosas para uma média de 21 Construa as Cartas de Controle IAM para o histórico do indicador Verifique se o processo nascondições atuais é estável Atividade Prática Empresa Topa Tudo Selecione Ferramentas Opções Clicar em Cartas de Controle e Ferramentas da qualidade Clicar em Testes Configurar os testes conforme a imagemabaixo Clicar em OK Atividade Prática Empresa Topa Tudo Selecione Estat Cartas de Controle Cartas de Variáveis para dados Indivíduos IAM Atividade Prática Empresa Topa Tudo Selecione as variáveis embalagens defeituosas Clique em Opções de IAM Atividade Prática Empresa Topa Tudo padrão Clique em OK duas vezes Selecione a aba Limites Digite 2 no campo Estes múltiplos do desvio Atividade Prática Empresa Topa Tudo Atividade Prática Empresa Topa Tudo Qual o valor dos limites de controle Carta I Podemos considerar o processo estável Quais foram as causas especiais que apareceram na Carta I e na Carta AM Qual o valor dos limites de controle Carta AM Atividade Prática Empresa Topa Tudo Qual o valor dos limites de controle Carta I Podemos considerar o processo estável Quais foram as causas especiais que apareceram na Carta I e na Carta AM Não O processo não é estável já que temos evidências de causas especiais Na Carta I uma sequência Qual o valor dos limites de controle Carta AM Carta I LSC 410 LIC 278 Carta AM LSC 081 LIC 000 Exercício Calcular os Limites de controle para a carta IAM da empresa Varejo Online Topa Tudo Trabalho 2 Dados 34 335 34 295 341 345 345 334 339 322 307 301 Calcular os Limites de controle para a carta IAM da empresa Varejo Online Topa Tudo 1 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 345 335 312 318 15 16 17 18 19 20 21 22 347 23 24 25 3 347 31 361 352 363 371 26 27 28 29 30 31 32 36 351 39 36 33 34 35 36
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Cartas de Controle DE CONTROLE É um conjunto de pontos amostras ordenados no tempo que são interpretados emfunção de linhas horizontais chamadas de LSC limite superior de controle e LIClimite inferior de controle Carta de Controle para valores individuais LINHA CENTRAL LLIMITE INFERIOR DE LIMITE SUPERIOR r o la V 300 275 250 225 l a u d i v 200 i d n I 175 150 LSC2935 X2200 LIC1465 1 Observação CONTROLE Cartas de Controle As Cartas de Controle são elaboradas para dados com distribuição Normal ouaproximadamente Normal São ferramentas para o monitoramento da variabilidade eavaliação da estabilidade do processo Através das Cartas de Controle podemos distinguir a atuação de causas comuns ecausas especiais no processo Carta de Controle para valores individuais O processo está sujeito Individua lX 2200 apenas às causas comuns epor isso é considerado estável e previsível Dizemos que o 300 275 250 225 r 200 o l a V 175 150 1 5 9 13 17 21 25 29 33 Observação LSC 2935 LIC1465 processo está sob controleestatistico Cartas de Controle A teoria estatística desenvolvida por Shewhart para cálculo dos limites de controle ébaseada na ideia da Distribuição Normal e sendo o processo estável os dados daamostra terão probabilidade muito próxima a 100 de estarem dentro do intervalo de3 sigma e 3 sigma à partir da média populacional Quando um valor fica fora desseintervalo assumese que o processo não é mais estável Carta de Controle para valores individuais Individua lX2176 O processo está sujeito a instável ee especiais por isso é r o la V 325 1 300 275 250 225 200 175 150 17 21 1 5 9 13 25 29 33 LSC2978 LIC1375 fora de controle estatistico causascomuns considerado imprevisível Dizemos que o processo está Observação Regra do Desvio Padrão Carta I de C3 X 14996 O bservação V alor IndividualLSC16654 1SL 14443 17 21 17 16 2SL 13890 2SL16101 1SL15549 6 15 8 2 95 4 99 7 14 13 6 4 4 LIC13338 1 5 9 13 25 29 33 Causas Comuns Resulta da variabilidade presente mesmo em condições normais de operação do processo de forma aleatória no processo gerando uma variabilidade inerente no processo Em geral só podem ser resolvidas por uma ação global sobre o decisão gerencial São diferenças mínimas peçaapeça devida a pequenas causas de variação que atuam sistema Os operadores estão em boa posição para identificálas mas a sua correção exige 96 Causas Comuns A correção pode não se justificar economicamente ou sob controle pois apresenta sempre a mesma variabilidade ao longo do tempo Causas comuns pequenas imperfeições no equipamento design inadequado de um produto processos que estão funcionado mas não estão otimizados compra sistemática de materiais com baixa qualidade inexistência de treinamento falta de padronização das operações Um processo que apresenta apenas causas comuns atuando é dito um processo estável Causas Especiais Elas fazem com que o processo saia fora de seu padrão natural de operação e têm um As causas especiais são causas que não seguem um padrão aleatório e por isso também são chamadas de causas assinaláveis efeito indesejável significativo sobre o desempenho do processo por isso devem ser identificadas e neutralizadas Causas Especiais A eliminação dessas causas se justifica economicamente Causas especiais provêm geralmente de Máquina ajustada ou operada de maneira inadequada Alteração gradual no processo falta de manutenção tendências Erros do operador Lote de matériaprima com problema Quebra de equipamento de medição Causas especiais em geral são corrigidas por ação local e por isso são de responsabilidade dos operadores apesar de algumas vezes a gerência estar em melhor posição para resolver oproblema Identificação de Causas Especiais A ocorrência de qualquer um dos 5 testes que abordaremos a seguir indica umapotencial causa especial atuando no processo e consequentemente a evidência deinstabilidade e necessidade da série de pontos que precisa ser investigada Pontos fora dos Limites de Controle 250Um ou mais pontos ultrapassam as linhas doLIC ou LSC 17 21 O bservação V alo r Individua lX2184 Carta de Controle para valores individuais 325 1 1 300 LS C2983 275 225 200 175 150 LIC1385 1 5 9 13 25 29 33 Identificação de Causas Especiais Carta I de C1 Periodicidade A curva traçada apresentarepetidamente uma tendênciapara cima e para baixo emintervalos de tempos deamplitude similares 300 275 250 LS C2893 lX 2204 225 a u d i r v i o l 200 d a n V I 175 150 1 5 9 13 17 21 25 29 33 LIC1515 Observação Identificação de Causas Especiais Carta I de C1 Sequência Sete ou mais pontos consecutivos aparecem X 2197 em apenas um doslados da linha média la u di v i d n Ir o la V 300 275 250 225 200 175 150 LSC2871 LIC1523 1 Observação Identificação de Causas Especiais Carta I de C1 Tendência 300 275 250 l a LSC2857 Sete ou mais pontos um movimento contínuo ascendente ou descendente u di v i d n Ir o la V 225 200 175 150 3 3 1 5 9 13 17 21 25 29 33 X2230 LIC1603 consecutivos apresentam Observação Identificação de Causas Especiais Aproximação do limites de controle Carta I de C1 300 5 9 13 17 21 25 29 335 5 275 250 Ocorrência de 2 de três pontos consecutivos entreas linhas 2sigma e 3sigma ou entre as linhas 2sigma e 3sigma LSC2904 2SL2672 l r o la V 225 X2208 a u d i v i 200 d n I 175 2SL1743 LIC1511 150 1 Observação Tarefa Prática Identificação de Causas Especiais Identifique se o processo abaixo apresenta causas especiais ou seja se é umprocesso fora de controle estatístico e indique quais são os critérios deLSC30 00 LIC 1467 2SL 274 4 2SL1723Carta I de C1 225 X 2234 instabilidade 1 5 9 13 17 21 25 29 33 325 300 275 l a 250 u d i v i d n I r o l a 200 V 175 150 Observação Tarefa Prática Identificação de Causas Especiais Identifique se o processo abaixo apresenta causas especiais ou seja se é umprocesso fora de controle estatístico e indique quais são os critérios de 1 Ponto fora do limite superior de controle 2 Aproximação LSC30 00 LIC 1467 2SL 274 4 2SL1723Carta I de C1 225 X 2234 pontos entre 3 Sequência instabilidade 1 5 9 13 17 21 25 29 33 325 300 275 l dos limites de a 250 u d i controle dois v i d n pontos de 3 I r o l a 200 V 2sigma e 175 3sigma 150 Observação Causas Comuns X Especiais CAUSAS ESPECIAISCAUSAS COMUNS Pequena A natureza Grande A natureza súbita chama a atenção de todos Visibilidade do Mudar para nível melhor Restabelecer o nívelAção Requerida ASPECTO Investimento Pequeno problemapela ação muito freqüentepróxi processoOperadores pessoalao processo anterior Dados Simples coleta rotine especia freqüen Análise Simples e feita por pessoal Responsabilidade próximo Causas Comuns X Especiais Causas especiais Se causas especiais estão Causas comuns estável e previsível Se apenas as causas comuns presentes o comportamento do estão presentes o processo não é estável e não é comportamento do processo é previsível 88 Causas Comuns X Especiais Exemplos de processos fora de controle presença de causa especial Tendência na Média estável Deslocamento na Variabilidade instável e outra para monitorar a variabilidade Média instável média média Aumento da Variabilidade variabilidade Variabilidade constante constante As cartas de controle são aos pares uma para monitorar a tendência central 10 9 Causas Comuns X Especiais 1 Estabilidade do Processo Eliminação das causas especiais Processo sob controle estável eliminação das causas especiais e presença somente causas comuns Processo fora de controle instável surgimento de causas especiais LCS LCI Limites de Tempo controle Dimensão Causas Comuns X Especiais 2 Capacidade de Processo atendimento às especificações do cliente Redução das causas comuns fornecido pelo cliente ou projetoProcesso sob controle e capaz redução de causas comuns variação excessiva devido às causas comuns Somente quando o processo estiver sob controle sem causas especiais Tempo Processo sob controle mas não capaz LSE meta LIE Limites de especificação Causas Comuns X Especiais Causa comum Causa especial Teste de hipótese H0 xi x causa comun a cada amostra H1 xi x causa especial x 3x x x x 3x 3xx 3x LCS LC LCI 11 2 A meta de um sistema de controle do processo é permitir as decisões corretas referentes a quando agir sobre o processo Excesso ou falta de ação são prejudiciais Excesso de ação atuação em causas comuns como se fossem causas especiais desnecessário erro tipo I probabilidade α ou risco do produtor Falta de ação causas especiais podem passar despercebidas como causas aceitável o que deveria ser rejeitado erro tipo II probabilidade β ou risco do Escolha de Limite de Controle pode levar a um aumento da variação além de representar um custo comuns incorporandose ao resultado do processo ou seja tornando cliente 1 β α2 α2 LIC LSC n p detectar pequenas mudanças freqüência de amostragem p detectar mudanças Ideal amostras grandes com alta freqüência não é viável n freqüência mais utilizado na indústria n freqüência Tamanho e Frequência de Amostragem economicamente Dicotomia COLETA DE DADOS Passo 1 CÁLCULO DOS LIMITES Passo 2 AÇÃO LOCALOperador ESTABILIDADE Passo 3 CAUSAS ESPECIAIS AÇÃO NO SISTEMAGerência REDUÇÃO DAS Procedimento Interativo de Melhoria Passo 4 DE CONTROLE P O CAUSAS COMUNS ROTINA PROCESSO MELHORIA ELIMINAÇÂO DAS MONITORAMENTO AVALIAÇÃO DA CAPACIDADE DO PROCESSO Passo 1 Coleta de dados O processo é colocado em funcionamento e se coleta dados referentes à característicaem estudo Esses dados podem ser Dimensões de uma peça usinada Número de defeitos em um circuito impresso Viscosidade de um produto químico Resistência de um componente Procedimento Interativo de Melhoria Peso de um refrigerante Passo 2 Cálculo dos limites de controle Para o cálculo dos limites de controle das cartas de valores individuais I substituisena fórmula descrita acima o coeficiente A2por E2 e a média das médias pela média dosvalores encontrados LIC E2 Procedimento Interativo de Melhoria E2 A2 D3e D4são constantes que dependem do tamanho da amostra Para verificar a tabela completa das constantes consultar manual do CEP 2 ª edição apêndice E Cálculo dos limites de controle para as cartas de amplitudes móvel e média Amplitude R ou AM Cálculo dos limites de controle para as cartas das médias Média X LSC E2 Passo 3 Avaliação da Estabilidade Monitoramento Essa é a tarefa do diaadia rotina Os dados continuam sendo coletados e sãoplotados na carta de controle Enquanto apenas as causas comuns estão presentes oesperado é que os pontos plotados permaneçam dentro dos limites de controle Um ponto fora dos limites de controle é uma indicação da provável presença decausas especiais e deve ser investigado As causas especiais devem ser eliminadas Procedimento Interativo de Melhoria Passo 4 Avaliação da capacidade Após a eliminação de todas as causas especiais o processo estará funcionando emcontrole estatístico Então podemos avaliar sua real capacidade A capacidade é a habilidade do processo em atender as especificações do cliente Procedimento Interativo de Melhoria O processo pode ser representado por uma distribuição de probabilidade forma tendência central média e dispersão desviopadrão 119 Passo 4 Avaliação da capacidade LIE LSEProcesso não capaz e descentralizado Ajuste de máquina LIE LSE LIE LSE MetaProcesso não capaz e centralizado Ordem da realização das estratégias Programa de treinamento revisão de procedimentos projeto de experimentos Redesign do produto projeto de experimentos pode Procedimento Interativo de Melhoria Troca de processo nova tecnologia Negociação com o cliente por limites mais largos Processo capaz e centralizado Troca de fornecedor matéria prima de maior qualidade Investigação de novos parâmetros de processo auxiliar 120 O emprego correto das cartas de controle Permite que o monitoramento do processo seja executado pelos próprios operadores Fornece uma distinção clara entre causas comuns e causas especiais Serve de guia para ações locais ou gerenciais Os índices de capacidade do processo Cp e Cpk fornecem uma linguagem comum paradiscutir o desempenho do processo O CEP auxilia o processo a atingir alta qualidade baixo custo unitário alta capacidade efetiva Vantagens das Cartas de Controle consistência e previsibilidade Tipos de Cartas de Controle Existem várias opções de Cartas de Controle utilizadas conforme é feita a coleta dos dados Cartas de Controle IAM XAM ou XR As Cartas IAM são utilizadas quando o tamanho da amostra é igual a uma unidade por período de medição subgrupo 1 Carta I ou X apresenta os valores individuais no eixo do tempo e a linha central é igual à média dosvalores Validamos os 5 critérios de instabilidade na Carta I Carta AM ou R apresenta os valores da Amplitude Móvel no eixo do tempo uma medida devariabilidade de curto prazo A linha central é igual à média das amplitudes móveis Validamos apenas ocritério pontos fora dos limites de controle na Carta AM A amplitude móvel é calculada como o módulo da subtração de dois valores individuais consecutivos Atividade Prática Empresa Topa Tudo A empresa Varejo Online Topa Tudo é líder de mercado desde 2009 mas cresceu de formadesordenada e atualmente enfrenta problemas com custos acima do previsto desperdícios eUm dos maiores problemas são os erros e os desperdícios no processo de embalagem e expediçãodos produtos nos Centros de Distribuição Um percentual significativo de embalagens são descartadaspor estarem rasgadas ou amassadas impedindo a entrega correta dos produtosretrabalho Atividade Prática Empresa Topa Tudo Um Engenheiro verificou que o percentual médio de embalagens classificadas como defeituosas econsequentemente descartadas era de 34 Com isso um projeto Lean Seis Sigma foi iniciado comuma meta de reduzir o embalagens defeituosas para uma média de 21 Construa as Cartas de Controle IAM para o histórico do indicador Verifique se o processo nascondições atuais é estável Atividade Prática Empresa Topa Tudo Selecione Ferramentas Opções Clicar em Cartas de Controle e Ferramentas da qualidade Clicar em Testes Configurar os testes conforme a imagemabaixo Clicar em OK Atividade Prática Empresa Topa Tudo Selecione Estat Cartas de Controle Cartas de Variáveis para dados Indivíduos IAM Atividade Prática Empresa Topa Tudo Selecione as variáveis embalagens defeituosas Clique em Opções de IAM Atividade Prática Empresa Topa Tudo padrão Clique em OK duas vezes Selecione a aba Limites Digite 2 no campo Estes múltiplos do desvio Atividade Prática Empresa Topa Tudo Atividade Prática Empresa Topa Tudo Qual o valor dos limites de controle Carta I Podemos considerar o processo estável Quais foram as causas especiais que apareceram na Carta I e na Carta AM Qual o valor dos limites de controle Carta AM Atividade Prática Empresa Topa Tudo Qual o valor dos limites de controle Carta I Podemos considerar o processo estável Quais foram as causas especiais que apareceram na Carta I e na Carta AM Não O processo não é estável já que temos evidências de causas especiais Na Carta I uma sequência Qual o valor dos limites de controle Carta AM Carta I LSC 410 LIC 278 Carta AM LSC 081 LIC 000 Exercício Calcular os Limites de controle para a carta IAM da empresa Varejo Online Topa Tudo Trabalho 2 Dados 34 335 34 295 341 345 345 334 339 322 307 301 Calcular os Limites de controle para a carta IAM da empresa Varejo Online Topa Tudo 1 2 3 3 3 3 3 3 3 3 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 345 335 312 318 15 16 17 18 19 20 21 22 347 23 24 25 3 347 31 361 352 363 371 26 27 28 29 30 31 32 36 351 39 36 33 34 35 36