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JOSE PAULO NETTO CAPITALISMO MONOPOLISTA E SERVIÇO SOCIAL 7A EDIÇÃO CORTEZ EDITORA Dados internacionais de catalogação na Publicação CIP Câmara Brasileira do Livro SP Brasil Netto José Paulo 1947 Capitalismo monopolista e serviço social José Paulo Netto 7 ed São Paulo Cortez 2009 Bibliografia ISBN 9788524903946 1 Serviço Social 2 Serviço social Aspectos políticos 3 Serviço social como profissão 4 Serviço social Filosofia 1 Título 921205 CDD3613 Índices para catálogo sistemático 1 Serviço social 3613 11 Estado e questão social no capitalismo dos monopólios Na tradição teórica que vem de Marx está consensualmente aceita que o capitalismo no último quartel do século XIX experimenta profundas modificações no seu ordenamento e na sua dinâmica econômicos com o abandono dos sistemas clássicos do século XIX e das premissas políticas das sociedades nacionais que envolviam Tratase do período histórico em que ao capitalismo concorrencial sucede o capitalismo dos monopólios particularizando o fenômeno global que especialmente caracteriza os Estados Unidos dos Estados Unidos dos dos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Estados Unidos Estados Estados Unidos Estados Estados Unidos Estados Estados Unidos Estados Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Este último reflete uma série de componentes e relações sociais e políticas que culminam na formação do monopólio conforme bem consensual que o período do imperialismo clássico istuase em tre 1890 e 1940 Mandel 1976 3 325 As profundas modificações sofridas então pelo capitalismo que enquanto processo econômico e social objeto de investigação teórica marxiana não informatam em nenhuma medida substantiva as análises elementares Marx sobre o seu caracter essencial e o da ordem burguesa o capitalismo é essencialmente ordem social estrutura social sistema totalizante de incorporações que confer é ordem burguesa os seus traços basilares de exploração alienação e transitoriedade histórica todos eles desvelados pela crítica marxiana Repondo estes caracteres da ordem burguesa Mandel precisa as profundas alterações que percurso do monopoly altera significativamente a dinâmica interia da sociedade burguesa ao mesmo tempo em que potencia as contradições fundamentais do capitalismo já explicitadas no estágio concorrencia e as 1977 304 O exame histórico do trânsito do capitalismo comercial ao monopolista é portanto fundamental e não cabe retroceder às frases e considerações do prefácio do clássico livro de livros capitalistas a constituição da organização monoplólica obedeceu à urgência de viabilizar um objetivo primário o crescimento da acumulação sistemu bancário e crédito tem o seu papel econômicofinanceiro substantivamente redimensionado comporta níveis e formas diferentes de poder e acervo de concentração dos núcleos nele sediados Linzat 1976 Na proposta de análise da sua finalidade central a organização monopolista introduz na dinâmica da economia capitalista um leque de fenômenos que devem ser sumariamente assinalados Adicionalmente as consideradas peculiaridades dos monopólios tendem a crescer progressivamente b as taxas de lucro 7 Para uma síntese mais que bastante deste transito cf Mandel 1969 3 57120 8 Hiterding 1985 8599 e 217220 Lein 1977 1 liberalmente discutidas e alimentadas por autores de direita e de esquerda conjuntos da análise econômica e histórica 1977 1 209 O trabalho dos monopólios tendenciosos Lênin 1916 antecipou a profundidade das suas descobertas O capítulo seis do escrito de Harlem O capital fixo numa época em que as crises periódicas são consideradas inevitáveis o capital e a taxa de lucro Mandel 1969 3 94 9 1092 e 11 292 e mais ainda preservar e aumentar a taxa de lucro dos Trustees Mandel 1969 3 95 e ss Não há nenhuma indicação sólida de que o preço de monopólio 10 Com poucas modificações o livro aqui básico analisa a ação dos Sweezy 1977 297 314 os principais avatares da especialização dos grandes industrias monopaistas industriais e monopolistas In rents 11 O complexo mecanismo da afirmação de Mandel 1969 3 107 segundo a qual os as leis particulares do estágio imperialista combina com novas contradições e antagonismos deturpa complexos processos que jogam no sentido de contrariar a modernização dos vetores negativos e críticos que detona Com efeito o ingresso do capitalismo no estágio imperialista assinala uma inflexão em que a totalidade concreta de a sociedade burguesa descende a sua imaturidade e onde uma nova sociedade oligopolista emerge A existência das firmas invadidas tornam mais amplos e complicados os sistemas de mediação que garantem a sua dinâmica Donde simultaneamente a continuidade liberal do processo de concentração das indústrias necessariamente as suas representantes do estágio imperialista e concreta alteração delas de classe que sua dinâmica A importância destas vetores na dinâmica econômica são fundas e lagos As implicações dessa tendência à equalização das taxas de lucro objetivada no estágio concorrencial do capitalismo é revertida em fa or dissertaços das mesmas vantagens das forças que atuam na formação das aglomerações produtivas cf Mandel 1969 Os grupos monopolistas que extraem seus superlucros também a partir de uma parcela da maisvalia de outros grupos capitalistas O pulpo monopolista constitui uma entidade essencialmente diferente que se em razão da centralização que o monopólio operai adicionalmente com crescimento progressivo das taxas de lucro etc cresce a tendência a economizar trabalho vivo com a introdução de novas tecnologias os custos de venda sobem com signific a taxa de lucro operativa de um ponto para outro o sistema de distribuição do capital imperfeitos e concessões parte significativa dos lucros obtidos por estes que por outro lado impõe aos consumidores improdutivos contrarestando pois a tendência ao subconsumo 26 com saliência peculiar os gastos com investigação e pesquisa A interfeição estatal macroscópica em função dos monopólios é mais expres versão estatal macroscópica em função dos monopólios é mais exposta contudo no terreno estratégico onde se fundem atribuições dicitivas indiretas do Estado tratase das linhas da direção do desenvolvimento por consequência e transformação das funções da organiza ção o papel nuclear assumido entendese o esmento de organização da economia operando notadamenle como um instrmentador dos ciclos de crise Esta ação é feita pelo Estado Foi capturado pela lógica do capital monopolista ele é o seu Estado tendencialmente o que se verifica é a integração orgânica entre os aparatos privados dos monopólios e as atribuições e encarregos do Estado agora continua em comparação com o estágio concorrencial No nível das intervenções o Estado realiza implementação crescente sistemática por relações sociais de decisão garântindo primariamente os insumos e fatores de produção alimentaçã vida funcional instalações proteção insumos etc Vale dizer o Estado funciona como sistema formalmente legitimadas38 Vale dizer o Estado funciona como sistema formalmente legitimadas38 Vale dizer o Estado funciona como sistema formalmente legitimadas38 Vale dizer o Estado funciona como sistema formalmente legitimadas38 No nível das municipalidades econômicas especialmente as juridicocmunicipais desempenham um papel fundamental ao capital monopolista sobretudo na área das unidades econômicas municipais em muitas vezes e temse mesmo evidência na parte das políticas públicas O Estado brasileiro predominante pela extraordinária participação do capital privado do Estado e participação capital principal do capital monopolista 27 Aqui é evidente temos controvérsia quanto aos poderes Ll egislativo Executivo na evolução política da sociedade burguesa do capitalismo concorrencial ao monopolista 24 do trabalho dando curso a renovadas políticas neocolonialistas o capitalismo monopolista conduz ao apogeu da monopolização e elementarmente à socialização da produção e a apropriação privada intercomercializada a produção grupos de monopólios controlamna por cima de povos e Estados 3 E no âmbito monopolista pelo monopólio a dita técnica impõe especialmente ao desenvolvimento e à inovação tecnológica O mais ilustrativo eo controle dos mercados monopolistas será a maximização dos lucros pelo controie dos próprios mecanismos novos que deflagramente problemática pelos próprios mecanismos novos que deflagra a crise das marxismo Z Agenda elevando gênios a consumidores consumo e vítimas dos constrainno cabo de um certo nível de desenvolvimento é ultima dos constran o capitalismo monopolista conduz ao apogeu da monopolização e elementarmente à socialização da produção e a apropriação privada intercomercializada a produção grupos de monopólios controlamna por cima de povos e Estados 3 E no ámbito monopolista pelo monopólio a dita técnica impõe especialmente ao desenvolvimento e à inovação tecnológica O mais ilustrativo eo controle dos mercados monopolistas será a maximização dos lucros pelo controie dos próprios mecanismos novos que deflagramente problemática pelos próprios mecanismos novos que deflagra a crise das marxismo Z Agenda elevando gênios a consumidores consumo e vítimas dos constrainno cabo de um certo nível de desenvolvimento 1950 aos mecanismos e instituições assisti gênio universal do sucesso e fracasso outiquais inter para delivarse com chance de éxito ela demanda mecanismos de bpau e enumeras intervenções Dali à refluncionalização e o redimen situição extraeconômicos Dali à refluncionalização e o redimen mento da instancia por excelência do poder extraeconômico o Estado Como tal o Estado desde quando a pressão da burguesia ascen desde deu origen ao chamado absolutismo sempre interveio no pro cesso econômico da múltipla e complexa e entre suas poten cias Keynes pois suas funções ineress burgesas e em seus por vozes liberais a serviço de franjas burguesas revelase muito precoce até Keynes essas mesmas franjas que o próprio Estado é mais essencialmente monopolista Mandel 1969 1 cap III Nada é menos esteja em dúvida quanto à natureza da economia e a politicca imperialista e sentada 1 denta a esta intervenção nada funcional e estruturamente ilha essa intervenção muda euturna caracteriza o desmando e contradição burguesa sem revertêla ou seja tratase de um protecionismo burguês organizado a partir do capital e teve uma função de guardião do com contraditório portanto a longo prazo formou espaco para Adiante o trabalho centrira caracterizado a economia capitalista em suas 22 O tratamento da monopolização na teoria internacionalização da economia própria de seleção imperialista é analisado por Swecz y 1977 31536 e jogramente por Mandel Escala internacional conhecese a solução clássica a guerra imperialistaimperialista 1974 e a formação de ações conjuntas entre monopolistas revelando para o Swecz y 1977 113 de que são exemplo as comunidades por Madrid 1976 3 313 s ss e por Mariick 1977 13 monopolista da França eorização da sinquise forte e sugestiva se capitalista dos Estados Unidos que o Estado teve importância insignificante na história anterior do capitalismo Baran e Sweczy 1974 74 25 garantia da propried the production bourgeois socialistic situations precisos onde um intervencionismo somente episódico pontual Na idade do monopólo além da preservação das condições externas da produção capitalista à intervenção às vezes mesmo de natureza administrativa evidentemente desacorda e frua de forma contínua e sistemática Mais exatamente ao capitalismo monopolista as funções políticas do Estado imbricase organicamente com as suas necessidades A primeiratamente como aludimos à demanda que o capitalismo decorre primariamente de um vetor extraeconomic para assegurar seus obde correção econonÔnicos O eixo da intervenção está na estabilidade e do sócioelos monopolistas Baran e Swecz y 1966 40 na sempre mais do monopólio e multiplicidade de funções O elemento de suas funções econômicas direta e indiretamente nundo e para tanto como poder político e econômico O Estado desempenha um papel porque é o corpo e a superstrutura do poli suern crescente exigência dos monopolistas É o intervencionismo especial relevo a sua utilidade para o desenvolvimento socioeconômico e para os rentáveis nominadamente aqueles que fornecem aos monopólos a base corpomunhantes da produção e da circulação a assunção socialização das perdas a que frequentemente se segue quando supradas as dificuldades a reprivatização é entrega aos monopolios de concessões e privilégios com ampliação substancial da mediação os monopolistas organizados amplificam as perdas Medilatos das encomendascompras do Estado aos grupos monopólistas as vestimentas públicos em meios de transporte e infraestrutura a preparação institucional da força de trabalho requerida pelos monopólios e sobressaem nos níveis e mudos da luta de classes a intervenção direta e mais 25 Não cabe aqui a resenha do amplo debate travado no interior da tradição marxista sobre a polémica question Remetremos basicamente a Baran e Swecz y 1974 Boccara orgn 1963 Offe 1984 Sumbhad Valcuel de Freyer 1988 Poulanza 1980 Mathias e Salama 1983 Mandel 1969 3 205214 que estuda cuidadosamente estas formas de intervenção direia inclusive várias que são de ampla difusão na contemporaneidade 27 É superficial observar que frequentemente centradas na indústria bélica tais comprasencomendas compreendem uma pauta muito diferenciada O que deve ser posto de manifesto é fato de esta forma de articulação entre interesses econômicos e interesses políticos do Estado burguês no capitalismo monopolista ser uma possibilidade entre outras Assim se não há realidades objetivas deste estágio de desenvolvimento do capitalismo monopolista que possam fazer dela uma realidade imanente e inevitável A correlação das classes e das forças sociais em presença onde não se defrontou com um movimento democrático operário popular antiimperialista e antimonopolista não se constitui em prazo de objetivos determinados a burguesia monopolista enquanto classe política desprovidos de qualquer flexibilidade e inclusive com efeitos alternativos e sóciopolíticos das mais diferentes tecidas no âmbito do Welfare State ao fascismo Assimilar portanto a compatibilidade da captura do Estado pela burguesia monopolista refere ao processo de concretização da vida política não é flututo fenômeno real de que o núcleo dos sistemas de poder opera em favor dos monopólios menos ainda que jogue no sentido de reduzir os conteúdos de direitos e garantias da população em geral o que aliás indica algumas das principais práticas na esfera legislativa e administrativa do próprio Estado mesmo amplo de legitimação e plenamente suportável como mecanismo de externo à esfera política mas antes uma forma de mau desempenho da sua funcionalidade econômica Por outro lado o nunca em último lugar esta indicação desobstrui a via para a compreensão de outros aspectos apontados em contribuições que se desenvolveram na ordem social a partir do momento em que produziam determinados instrumentos da democracia política uma dinâmica contraditória não linear que levam à lógica da dominação a utilização deste recurso com o tensionamento e a colisão nas instituições a seu serviço exceto quando o grau de esgarçamento deles derivado põe em risco a sua reprodução igualmente apontar que de mandas econômicosociais e políticas imediatas de largas categorias de trabalhadores e da população podem ser contempladas pelo Estado burguês no capitalismo monopolista não significa que esta seja a sua realização natural nem que ocorra contra o monopólio e o objetivo dos burgueses a curto prazo nem que de um modo geral suas respostas positivas atendam ao seu papel de classe subalterna podem ser oferecidas na medida exata em que tais respostas podem ser adequadas e utilizadas para legitimar o controlo ou indireto da maximização dos lucros O que se quer destacar nesta linha argumentativa é que capitalismo monopolista pelas suas dinâmicas e pelas suas condicionais sociopolíticas destinadas a coordenar os diversos interesses e buscar legitimação e regulação política através do jogo democrático é permeável à demandas das classes subalternas que podem fazer incidir nele seus interesses e suas reivindicações mesmo quando essas demandas são processadas ou apresentadas através de conflitos que esta última monopolização dos monopólios mas pelos conflitos que esta torna e sistematiza possível e até viabiliza a resolução FS Martins 1977 É somente nestas condições que as sequelas da questão social tornaramse inesgotáveis ou seja a sua objetivação como um interferência continua e sistemática por parte do Estado É só a partir da concretização das possibilidades econômicosociais e políticas segregadas nas sociedades capitalistas atuais e mesmo do ponto de vista das políticas que a questão social se põe como alvo de políticas sociais32 No capitalismo concorrencial a questão social por regra era objeto da esfera estatal mediadora da burguesia ou no limite colocava em risco global o fornecimento da força de trabalho para o capital condições externas à produção capitalista No capitalismo monopolista pelos efeitos mencionados e dada a complexificação dos monopólios pelas relações sociais operantes contrapõese a necessidade da consolidação da legitimização política do Estado burguês a questão social como um sistema de nexos causais quando se impõe aos interventores a negociação da integração social selecionamse variáveis cuja instrumentação é priorizada segundo os efeitos multiplicadores que podem ter a conviva de protegem toda a sociedade Será esse processo convencional das decisões inevitáveis do como se originassem de uma desvio da lógica social Assim a questão social é atacada nas suas reflexões nas sequelas percebidas que não problematizam a valorização a categorizações dos problemas sociais e dos seus vulnerabilizados nas suas decorrentes priorização das ações com sua particular multiplicação sucessão e expansão que ocorrerão em séries temporais diferenciadas e competição entre as categorias demandantes As implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas das políticas sociais e outro campo de tensões e alianças no qual freqüentemientemente jogam papel nada desprezível categorias técnicoprofissionais especializadas na intervenção direta e politicamente qualificada nas decisões e processos de mencionar a interação entre as políticas sociais públicas e as agências privadas da sociedade civil Inéditas porém podem surgir experiências modalidades de intervenção que mesmo apropriadas pelo Estado inserem matrizes novas na dinâmica do setor afeito Possibilidade objetiva posta pela ordem monopólica a intervenção estatal sistemática sobre a questão social penetrada pela comp l exidade que lhe imprimiram as séries de serviços públicos sociais não encontra pleito a sua instrumentalização em benefício do capital monopolista não se realiza com nitidez nem diretamente seu processamento pode assinalar conquistas parciais e significativas parciais e significativas para a afirmação e o conjunto dos trabalhadores extremamente importantes no largo tra je to histórico que supõe a ruptura dos quadros da sociedade burguesa 14 A emergência do Serviço Social como profissão É somente na interconferência do conjunto de processos economi cos sóciopolíticos e técnicoculturais que tangenciamos nas seções precedentes que se instala o espaço históricosocial que possibilita a emergência e o serviço social como profissão É por isso um espaço de interrogação de marco específico análise da história do Serviço Social parte historográfica e linear Conquanto claramente rica em informações acerca do itinerário que leva desde os primeiros cursos de servi ço social dos intentos de nacionalização da assistência a partir da se xuala de nações cidadão educação dos primeira formação do que vai germinalmente ao seu mandato uma das formas assimilação na adolescência sociedade brasileira século XIX e iniciação dos primeiros cursos de servic social no Brasil a história do Serviço Social no Brasil permaneceu assentada numa tese simples a constituição da profissão seria a re sultante de um processo cumulativo cujo ponto de arranque estaria na for ma simplificada da própria que filtrarização e localizaram na gra dual implantação da formação específico da profissão e da prá tica profissional pelos quais seus sujeitos mobilizam parcela significante de parâmetros teóricocientíficos e no alinhamento de um instrumental operacional e conceitual de seu ofício A tese dominante de avaliação continuísta do Serviço Social aceita as marcas de um desenvolvimento continuísta A tese inscrita ora em análises ingênuas ora em investiga ções mais pretensiosas comparecem em autores que se situam nas posi ções do próprio Serviço social como grupo social profissional e política que aspira a obter corpo legitimador e porta altura de prestígio e consenso Sua debilidade para além do traço 12 A bibliografia sobre a emergência profissional do Serviço Social é constitui um acervo documental diversificado no qual predominam teses gene ricamente desatentas Richard 1992 Ledema e Cassi 1979 AlvesOrgis 1967 Knust 1967 Freidson 1930 Sarti 1992 Frick 1949 Pinguet 1975 Ayllon 1981 Anselmi Cadernos da ABPSS 1978 Nobel 1975 Torreão Henry e Lenoz 1979 Trauner 1979 Aguiar 1982 Yamamoto 1982 Castro 1984 VerdesMontenegro e Carmo 1984 Martinez Neto 1979 Velasco 1984 VellosoLeanza 1975 Ela é óbvia num profissional não tradicionalista como Vieira 1977 e Lélis num renovador como Lima 1975 mecanismos que exibe como evidência maior ou menor24 é indiscuti velmente relevante para dar conta de um elemento central do process o sobre o qual se retrata o standard model do Serviço Social coerente e de direita esse suporte especialmente axial a solução rej fessional localizad no embasamento teórico25 O que permanece intangível para esta análise é precisamente o que o nosso juízo como crítico social e crítico profissional chama de o lugar emblemático e irrenunciável de um fal cção de um espaço sócioocupaciona l no qual o agente técnico se mo rix socialmente o estabelecimento das condições histó ricamente fundamentais desse agente configuradas na emersão do É óbvio que a generalização e a persistência da angulação tradi cional que nos referimos sinalizam mais que um equivoco analítico dos estudos sociais brasileiros do Serviço Social como instrumentos e base está um componente que actual recebe um tratamento que o reconhece Tratase da relação de continuidade que efetivamente existe entre o Serviço Social brasileiro e a história do Serviço Social no país que é umas das ciências desenvolvidas desde a emergência da sociedade burguesa Esta relação é integrável e em realidade muito complexa de um lado compreen dese o caráter metodológico que serviu de pressuposto para a consti tuição do Serviço e do outro envolvem modalidades de inter venção características do qualitativismo ambos os veios cobri do por uma concepção da profissionalização do Serviço Social sobre o qual relação de continuidade adquire virtualidade O Serviço Social porque é uma instituição que desempenha papel crucial nos dois âmbios a linha institu ça te res tudo o período de profissionalização e mesmo quando seu se consolida A capacidade crítica e de análise que amadrinham esta argumentação mantiveram validade tácita a qual não se limitou a dispensar vigorosamente a direção ideológica do processo de profis sionalização consolidada nos anos setenta mas a tornam indiscutível aceitando instrumentos e perspectivas autocríticas autodúvidas As possibilidades explicativas alternativas específicas derivadas do estudo das trabalhadoras e trabalhadores sociais latinoamericanos prócolombianas André Egge et al 1975 Viera 1975 enfrentam figuracional e teórica diferentemente no Capítulo 2 CapItalIsmo moNopolISTa e ServIço SoCIal seu controlo128 Esta inserção em poucas palavras a localização dos agentes como inputs particulares da estrutura social permanece secundarizada pela autorepresentação dos assistentes sociais129 marca a profissionalização precisamente quando passam a desempenhar papéis que lhes são alocados por órgãos e instâncias afie los das organizações desenvolvem as proformas do Serviço Social pen sando projetos políticos de produção profissionalizada visando nas demandas ou demandas sociais do que de impulsões ético moriais mais especialmente como atividades exteriores à lógica do mer cado cf da Cruz 1981130 As proformas continuam não funcionais ou então apenas quando saem para fora dessas agências ou quan do elas passem a subordinarse a uma orientação diversa é que os agen tes podem reconhecer coadjuvar ou mesmo dominar tais proformas e repli cas nesta passagem Conservam preferência ideal produzida naquelas agências O deslocamento em tela não é simples porque pode darse preferencialmente teoricamente pelos órgãos do profissional ideal antevisto e comunicado na prevenção de práticas ele conectadas o que o deslocamento altera visceiralmente con fiando à ruptura e objetivo a condição do agente e o sujeito fracionamento e a significação social do seu fazer passa a ter um efeito novo na malha da reprodução das relações sociais Em síntese segundo este ponto de vista as proformas afirmações institucionais isto é podernegativo do seu agir profissional configuram práticas anacríticas e reflexas de sua profissionalização Com efeito os resultados da pesquisa indicam que face ao contexto tomado por aquele de requintes normativos ao exercício sobre as recomendações acima indicadas ao repúdio e reconhecimento da mercantilização de sua ação o signo mais evidente da ilusão sempre enganosa contida numa estratégia profissional de valorização e sua incorpora 128 É interessante observar ao longo de toda a evolução do Serviço Social profissional como está tensionado entre os valores da profissão e os papéis que objetivamente lhe foram atribuídos pela clientela ou pela ciência Essa tensão terá levado a uma situação ambivalente onde predomina a postura de profissional negativo trabalho voluntário que sob formas distintas é sempre flagrante no discurso profissiol que num momento então ainda mais expressivo do que depois de sua profissionalização Um critica sempre empregado mas na maioria das situações tomás por base o Serviço Social é a negação do papel profissional materializando essa crítica num conjunto de formulações inovativas ao nível epistemológico teórico e metodológico procurando a valorização do trabalho social crítico e político do trabalho social que repudia a mercantilização do profissionalismo O trabalho profissional em Serviço Social cada vez mais profissionalizado é um agente mediador entre o control social e as lutas sociais principalmente com o seu agente tornandose vendedor da sua força de trabalho Ora um tal mercado não se estrutura para o agente profissional mediante as informações ocorrenies no interior do seu referencial ou na íntima das relações existentes sobretudo entre o seu estado exercían cima de sua atuação profissional Exatamente a estruturação do mercado de trabalho na emergência pro fissional do Serviço Social não é este que se constitui para crear un dado espaço a rede professional Donde a relevância da argu mentação acima afirmada não é a continuidade evolutiva das protoformas da constituição profissional do Serviço Social que se coloniza se esvazía raputra com elas concretízaeada com o deslocamento alludido desloca mento possível não necessário pela instauração independentemente das poliliias de um espaço determinado na divisão social e tècni cas do trabalho Tratase justamente do espaço que se engeida na sociedade bur passa fundo o monopólio se consolida no conflito processo dos usos que o agente profissional e campo real para o exercício do seu trabalho contra as oposições pu blicas e sobretudo contra os vários grupos sociais ocupados como sua clientela e suas funções técnicas constituindose uma rede de inserção sócioteclesocial para que na divisão social e técnica do trabalho cons tituída do trabalho organizado o agente profissional assuma o conjunto das competências sociais da ação profissional e das intervenções no da assistente social131 A profissionalização do Serviço Social não se relaciona decisivamente à evolução da ajuda à racionalização da da profissão monopolizase esta que nada atividao dos agentes do Serviço Social pode receber pública e socialmente um caráter profiss tional alegandocom umas simultâneas gratificação monetária pelo jurimento do exercício dessa atividade e pela valorização plena de um espaço na divisão social e tècnica do trabalho na sociedade bur desverp preparados e maduram só fato os agentes se reproduzem me diante dos processos de seleção PCZ reconhecidos pelo Estado só da e reterável segundo procedimentos reconhecidos e laiciza então o conjunto dos agentes a categoria profissdnalizado se laiciza 131 É indispensável observar que com a emissão e a consolidação da ordem monopólica todas as cadeias históricas apresentadas até aqui desaparecem Nosso interesse nos leva a restringir nossa reflexão apenas ao Serviço Social sem que iiso sign fique a negação do estudo das relações entre diferentes situações e con textualizações históricas 132 por isto mesmo não é um acidente cronológico que a institucionalização do Serviço Social tratada aqui fundamentalmente de um modo constitucional ocorra com a caracterização de Manuel Esta 11 período clássico do imperialismo Uma síntese da qual a institucionalização encontrase em Marinedli 1989 101108 se independendiz e confessionalimos eou particularismos133 A emer gência profissional do Serviço Social 6 em termos históricoinver sionais é indissociávei da proteinização do Serviço Social objeto principal do referenciado ordem monopólica que cria e funda a profissionalidade do Serviço Social Estado burguês instantâneo e espaço de mercado de trabalho instantâneo o profissional do Serviço Social não pode dizerse que age dentro de um dado espaço na rede de opéi eração this a este se constitui para criar as politicas da profissão social Embora se reconheçam elementos reais a constituição da profissionalização do Serviço Social tem sua base nas modalidades através das quais o Estado burguês termina por construir o modo social Essas ademais das suaz modalidades dimensionam também como conjuntos de procedimentos técnicooperativos requere rum por exemplo acesso em dois planos o da sua delimitação e da organização dos corpos profissionais e o da sede própria a distância efetiva em que se aloca a maioria dos agentes sociais Nesse espaço e sobretudo na demanda social pode falarse da política do assistente social ele é invesdido como um dos agentes responsáveis das políticas sociais Os loci que passa a ocupar na estrutu ra社会nal dizem respeito a processos do macro das decisões executivas marcado recentemente por estresse e crescíos da mão de obra disponíveis marco da profissão social Marrano mas também da dimensão de um campo para o desenvolvimento das atribuições profissionais particularmente com a produção das políticas de implementaçáo de serviços para a duração da mudança social e particularmente pelo fato de os agentes se reproduzem lado a natureza inclusiva da política social vg a tendência a se formularem políticas setoriais num leque cada vez maior e o caráter fenomenológico da valorização monopólica e para gerir as demandas das massas trabalhadoras porém como objeto de interven ção 133 A laicização tomo mais afirmada quanto mais fluido é o estatuto profissional não acontece necessariamente com o adensamento da realização da rede estatal ou da organização em diretas referências às práticas dos profissionais Os in teresses profissionais ganham terreno com o aumento da execução de organizações controladas por profissionais e regulamentada compulsoriamente de públicos de laicização profissional o regulamento da política estatal e o desmanche da clientela profissional para o atendimento cultural ideopolítico interna da categoria profissional não um progressivamente maior elenco de situações Por outro a afirmação deu a coexistência dos centros institutos públicos pri vados nas doenças sociais de assistência ofereçam impossibili dade de suas políticas sociais diferentes Vale dizer a resposta integrada peri a situação em causa137 Por todo o exposto e pelo acúmulo já obtido em parcela signifca tiva da literatura crítica do Serviço Social especialmente os autores da área polaca verificase uma série de dificuldades na profissionalização da assistência social Observa o Serviço Social que recusa o privilégio das suas potencialidades legitimadoras em face da sociedade burguesa não é perftuo observar que a profissão emerge como um privilégio das suas potencialidades legitimadoras em face da sociedade burguesa mas ao mesmo tempo é certo observar que o profissionalizante de assistência das acólias dos processos específicos monopolísticos da reprodução da capitalização da mundialização dos capitalismos que se tornaram numa elementalização sociopolítica monopolistas de movimentos sociais liberais do seu exercício profissional salvo em situações literalmente atípicas radica menos na sua inserção naquele arco de atividades do que na natureza exclusiva do seu campo Serviço Social Realizado que nas secas ainda por esclarecer das instituições públicas onde se realiza a massividade da relação profissional assistida Tal atividade do Serviço Social configuram um complexo composto pelas áreas de informações comunitárias visita domiciliar e toda uma série de atividades diversas vulnerabilizadas pelas sequelas e refrações da questão social recebem a direta e imediata resposta articulada nas políticas sociais Nesse espaço esse modo de intervenção do assistente social de um modo posto tomo dos agentes executores das políticas sociais falase comumente que a profissão de 0e integrantes dos processos sociais não pode ser considerada nela a partir de na Realização da ação profissional se descobra nestes dois níveis imbricados mas não necessariamente sincronizados De uma parte a natureza inicial da profissão onde a essência da profissão é a implementação das políticas sociais implica a alteração políticoimu diária de situações determinadas de outra é componente desta inter versão uma representação ideal que tanto orienta a ação alteradora quan 16 os programas sociais falase comumente que a profissão de 0e integrantes dos processos sociais não pode ser considerada nela a partir de na Realização da ação profissional se descobra nestes dois níveis imbricados mas não necessariamente sincronizados De uma parte a natureza inicial da profissão onde a essência da profissão é a implementação das políticas sociais implica a alteração políticoimu diária de situações determinadas de outra é componente desta inter versão uma representação ideal que tanto orienta a ação alteradora quan 133 É exemplar esta formulação de Iamaneco in Iamaneco e Carvalho 1983 86 e produz bastamassa de estudos e formulações sistemáticas sobre a ação profissonal mesmo que seja o Estado o detentor de processos de constituição da categoria profissonal significase a manutenção da figura do profissional de Serviço Social apesar dos processos de dinamização pode partir inclusive da reprodução da contradição social que existe entre o papel do Brasil nas décadas respectivamente primeira e terceira do século XX Segunda o mesmo fato não implica que as agências sociais incumbidas da execução de políticas possam atender e veicular a assistência social muito aléx da execeção e do caráter oficial de uma da organização a que se vincul a o assistente social mas a estratégia de regulação e execução política dos serviços profissionais A situação contingente da assistência social busca significação e percepção política interna da categoria profissional O campo do Serviço Social como pretende sustentar a nossa argumentação é demarcado e tensionado politicamente pela conjunção de uma dupladinâmica que tem implicações evidentes refletidas na Constituição sociotécnicos na cisão da ordem monopolista e a que se instala quando os socializado mediamente àquele confronta na estrutura sócioocupacional o estado ideológico que sustenta aquela estrutura constituída por grupos sociais naivas de intervenção social profissionalizadas Ambas as dinâmicas se inscrevem no tecido armado pelo jogo das forças das classes sociais ainda de uma forma anterior pelos seus aspectos postos imóveis de um espaço específico e a configuração peculiar dos vetores constitutivos daquele caldo cultural10 PROJETO 3 0412 Entrega De 04122025 1830 até 04122025 2030 Número de tentativas 1 Tentativas utilizadas 0 Produzir uma resenha crítica do texto CAPITALISMO MONOPOLISTA E SERVIÇO SOCIAL José Paulo Netto trabalho em grupo mesmo grupo do projeto 1 Será entregue pelo liga 3 laudas mínimo a 5 laudas Máximo a autora que acabamos de citar chorna aliás salienta correcamente que está originando um conflicto enorme a representação e a auto realização do Serviço Social como categoria profissinal e que pode ser tomado como único vetor operante no universo ideal e original primordialmente empregados assistentes sociais na Europa Ocidental e nos Estados Unidos 138 Especialmente com o chamado movimento de reconceitualização que se muniu de uma crítica basicamente ideológica do passado profissional os valores do Serviço Social viramse colocados desde então na condição de contraditórios entre valores próprios e valores configuradores da tendência autonomizante mencionada desfaquese Kruse 1967 Falários 1972 Kisineman 1973 1976 Lima 1975 e Eduardo 1986 vão ao encontro desta linha e sustentam que não se pode falar da profissão como se nada ou pouco havia ocorrido por estes ângulos e valores O controvertido trabalho de Rodrigues 1978 sinteticamente considerado clássico oferece materialização contribuindo para desvendar as raízes históricas e sociais que banalizaram a ideopolítica das intervenções concretas do Serviço Social na sociedade capitalista 78 CAPITALISMO MONOPOLISTA E SERVIÇO SOCIAL liscadas pelos estudioso mais modernos da história da profissão e ainda que de forma nem sempre a mais adequada são hoje algo mais ou menos aceitas na maioria dos estudos sobre os trabalhadores do Serviço Social na condição do que é importante é ressaltar que esta visão há porque existirías aqui8 O que importa é ressaltar que esta visão não é um privilégio de um conjunto de profissionais do Serviço Social encontra que tenciona e mantém por um lado desproporção corresponde as características da profissão Em primeiro lugar ele não se ergue como um projeto sóciopolítico particular mas como uma educação compositiva de toda a imanentação ideológica da igreja católica é capturado e instrumentalizado pelo projeto conservador este sim sóciopolítico e de classe Resenha critica Capitalismo Monopolista e Serviço Social Autor José Paulo Netto A obra em análise constitui um marco teórico fundamental para a compreensão da gênese e da institucionalização do Serviço Social situando a profissão não como uma evolução linear da filantropia mas como um produto histórico das transformações societárias O autor inicia sua exposição delineando a transição do capitalismo concorrencial para o capitalismo monopolista Nesse estágio a organização econômica passa a exigir o controle dos mercados para garantir a maximização dos lucros introduzindo novos fenômenos como a elevação da taxa de acumulação e a fusão do capital bancário com o industrial Essa mudança estrutural recoloca em um patamar mais complexo o sistema de contradições da ordem burguesa exigindo novos mecanismos de mediação social Diante dessas novas exigências de acumulação o Estado assume um papel protagonista Netto argumenta que na idade do monopólio o Estado deixa de ser apenas um guardião externo das condições de produção para intervir direta e sistematicamente na economia Ocorre uma imbricação orgânica entre as funções políticas e econômicas do Estado que passa a atuar como um comitê executivo da burguesia monopolista Essa intervenção estatal visa primordialmente garantir os superlucros dos monopólios seja através de subsídios diretos seja assumindo setores não rentáveis ou garantindo a infraestrutura necessária No entanto para manter sua legitimidade política e assegurar a reprodução da ordem o Estado precisa construir consensos e responder às pressões das classes subalternas É dessa tensão entre a função de acumulação e a necessidade de legitimação social que o Estado passa a intervir sistematicamente sobre a questão social através das políticas sociais O autor demonstra que a questão social tratada anteriormente via coerção ou pontualmente tornase objeto de uma intervenção contínua e estratégica visando a preservação e o controle da força de trabalho ocupada e excedente Um ponto fundamental na análise de Netto é o modo como o Estado monopolista opera essa gestão através da fragmentação e da psicologização da realidade A intervenção estatal recorta a totalidade da questão social em da situação em causa137 Vale dizer a intervenção profissional repro duz a conseqüência as dimensões da resposta integrada peri mecanismo das políticas sociais Por tudo isto que a intervenção profissional no Serviço Social especialmente os autores da área polaca evidencia uma série de dificuldades na profissionalização da assistência social Tal atividade do Serviço Social configuram um complexo composto pelas áreas de informações comunitárias visita domiciliar e toda uma série de atividades diversas vulnerabilizadas pelas sequelas e refrações da questão social recebem a direta e imediata resposta articulada nas políticas sociais Nesse espaço esse modo de intervenção do assistente social de um modo posto tomo dos agentes executores das políticas sociais falase comumente que a profissão de 0e integrantes dos processos sociais não pode ser considerada nela a partir de na Realização da ação profissional se descobra nestes dois níveis imbricados mas não necessariamente sincronizados De uma parte a natureza inicial da profissão onde a essência da profissão é a implementação das políticas sociais implica a alteração políticoimu diária de situações determinadas de outra é componente desta inter versão uma representação ideal que tanto orienta a ação alteradora quan problemas sociais autônomos como a fome o desemprego a falta de moradia enfrentando apenas suas refrações Essa estratégia oculta a origem dos problemas na contradição capitaltrabalho e promove segundo o autor uma psicologização da socialidade tratando as sequelas da exploração como desvios individuais que demandam reintegração obscurecendo a natureza de classe desses fenômenos É neste cenário de divisão social e técnica do trabalho que se localiza a gênese do Serviço Social Netto rejeita a tese endógena e evolucionista que visualiza a profissão como o amadurecimento técnico da caridade e da filantropia Para o autor a emergência do Serviço Social decorre de uma necessidade objetiva da ordem monopolista a criação de um mercado de trabalho para agentes executores das políticas sociais Portanto não é a solidariedade que funda a profissão mas a existência de um espaço ocupacional determinado pelo Estado para a regulação da força de trabalho Para explicar a complexidade dessa gênese o autor estabelece a dialética entre continuidade e ruptura Netto admite que existe uma forte relação de continuidade entre o Serviço Social e as formas filantrópicas anteriores especialmente através da influência da Igreja Católica e do pensamento conservador Contudo o que define a profissionalização é a ruptura o momento em que o agente passa a ocupar um lugar no mercado de trabalho assalariado executando projetos cujos objetivos finais escapam ao seu controle individual Assim a profissão rompe estruturalmente com a caridade pela assalarização e tecnificação mas mantém por longo tempo uma continuidade ideológica e cultural com o conservadorismo O assistente social surge então como um trabalhador assalariado cuja função social é essencialmente executiva operando na ponta terminal das políticas sociais O profissional atua na tensão entre a manipulação de variáveis empíricas imediatas o atendimento à carência material e a função ideológica de legitimação da ordem vigente Netto alerta que a autoimagem do assistente social frequentemente dissimula essa condição refugiandose em um anticapitalismo romântico ou em um voluntarismo que ignora a mercantilização de sua força de trabalho Nesse contexto de atuação executiva Netto destaca que a intervenção profissional se desdobra em dois níveis indissociáveis o práticoimediato e o simbólico A ação do assistente social não se resume à entrega de serviços ela combina a manipulação de variáveis empíricas a resposta material à carência como o acesso a um benefício e com uma articulação simbólica a inculcação de valores normas e comportamentos Essa dualidade é funcional à ordem monopólica pois ao mesmo tempo em que o profissional viabiliza a reprodução física da força de trabalho através de bens materiais ele opera um reforço ideológico que promove a adesão dos usuários aos valores dominantes reproduzindo a lógica integradora das políticas sociais Apesar desse lastro conservador e da funcionalidade ao capital a análise de Netto não recai no fatalismo O autor ressalta que o espaço profissional é permeável e contraditório Como as políticas sociais são resultantes da luta de classes e não apenas concessões do Estado o terreno do Serviço Social é um campo de disputas À medida que a profissão amadurece e se torna laico ela se torna permeável a outros projetos societários permitindo que o assistente social embora limitado pelas estruturas institucionais sofra influências de movimentos progressistas e questione o projeto conservador inicial Em suma o texto elucida que o Serviço Social é uma profissão inscrita na lógica do monopólio e na divisão social do trabalho cuja legitimação advém do desempenho de funções executivas nas políticas sociais O autor José Paulo Netto oferece assim as bases para uma atuação crítica demonstrando que o assistente social não é um agente neutro mas um intelectual que opera nas mediações do Estado Compreender a tensão entre a continuidade ideológica conservadora e a ruptura estrutural profissional é essencial para decifrar as possibilidades e os limites da intervenção profissional na sociedade burguesa

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JOSE PAULO NETTO CAPITALISMO MONOPOLISTA E SERVIÇO SOCIAL 7A EDIÇÃO CORTEZ EDITORA Dados internacionais de catalogação na Publicação CIP Câmara Brasileira do Livro SP Brasil Netto José Paulo 1947 Capitalismo monopolista e serviço social José Paulo Netto 7 ed São Paulo Cortez 2009 Bibliografia ISBN 9788524903946 1 Serviço Social 2 Serviço social Aspectos políticos 3 Serviço social como profissão 4 Serviço social Filosofia 1 Título 921205 CDD3613 Índices para catálogo sistemático 1 Serviço social 3613 11 Estado e questão social no capitalismo dos monopólios Na tradição teórica que vem de Marx está consensualmente aceita que o capitalismo no último quartel do século XIX experimenta profundas modificações no seu ordenamento e na sua dinâmica econômicos com o abandono dos sistemas clássicos do século XIX e das premissas políticas das sociedades nacionais que envolviam Tratase do período histórico em que ao capitalismo concorrencial sucede o capitalismo dos monopólios particularizando o fenômeno global que especialmente caracteriza os Estados Unidos dos Estados Unidos dos dos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Estados Unidos Estados Estados Unidos Estados Estados Unidos Estados Estados Unidos Estados Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Estados Unidos Este último reflete uma série de componentes e relações sociais e políticas que culminam na formação do monopólio conforme bem consensual que o período do imperialismo clássico istuase em tre 1890 e 1940 Mandel 1976 3 325 As profundas modificações sofridas então pelo capitalismo que enquanto processo econômico e social objeto de investigação teórica marxiana não informatam em nenhuma medida substantiva as análises elementares Marx sobre o seu caracter essencial e o da ordem burguesa o capitalismo é essencialmente ordem social estrutura social sistema totalizante de incorporações que confer é ordem burguesa os seus traços basilares de exploração alienação e transitoriedade histórica todos eles desvelados pela crítica marxiana Repondo estes caracteres da ordem burguesa Mandel precisa as profundas alterações que percurso do monopoly altera significativamente a dinâmica interia da sociedade burguesa ao mesmo tempo em que potencia as contradições fundamentais do capitalismo já explicitadas no estágio concorrencia e as 1977 304 O exame histórico do trânsito do capitalismo comercial ao monopolista é portanto fundamental e não cabe retroceder às frases e considerações do prefácio do clássico livro de livros capitalistas a constituição da organização monoplólica obedeceu à urgência de viabilizar um objetivo primário o crescimento da acumulação sistemu bancário e crédito tem o seu papel econômicofinanceiro substantivamente redimensionado comporta níveis e formas diferentes de poder e acervo de concentração dos núcleos nele sediados Linzat 1976 Na proposta de análise da sua finalidade central a organização monopolista introduz na dinâmica da economia capitalista um leque de fenômenos que devem ser sumariamente assinalados Adicionalmente as consideradas peculiaridades dos monopólios tendem a crescer progressivamente b as taxas de lucro 7 Para uma síntese mais que bastante deste transito cf Mandel 1969 3 57120 8 Hiterding 1985 8599 e 217220 Lein 1977 1 liberalmente discutidas e alimentadas por autores de direita e de esquerda conjuntos da análise econômica e histórica 1977 1 209 O trabalho dos monopólios tendenciosos Lênin 1916 antecipou a profundidade das suas descobertas O capítulo seis do escrito de Harlem O capital fixo numa época em que as crises periódicas são consideradas inevitáveis o capital e a taxa de lucro Mandel 1969 3 94 9 1092 e 11 292 e mais ainda preservar e aumentar a taxa de lucro dos Trustees Mandel 1969 3 95 e ss Não há nenhuma indicação sólida de que o preço de monopólio 10 Com poucas modificações o livro aqui básico analisa a ação dos Sweezy 1977 297 314 os principais avatares da especialização dos grandes industrias monopaistas industriais e monopolistas In rents 11 O complexo mecanismo da afirmação de Mandel 1969 3 107 segundo a qual os as leis particulares do estágio imperialista combina com novas contradições e antagonismos deturpa complexos processos que jogam no sentido de contrariar a modernização dos vetores negativos e críticos que detona Com efeito o ingresso do capitalismo no estágio imperialista assinala uma inflexão em que a totalidade concreta de a sociedade burguesa descende a sua imaturidade e onde uma nova sociedade oligopolista emerge A existência das firmas invadidas tornam mais amplos e complicados os sistemas de mediação que garantem a sua dinâmica Donde simultaneamente a continuidade liberal do processo de concentração das indústrias necessariamente as suas representantes do estágio imperialista e concreta alteração delas de classe que sua dinâmica A importância destas vetores na dinâmica econômica são fundas e lagos As implicações dessa tendência à equalização das taxas de lucro objetivada no estágio concorrencial do capitalismo é revertida em fa or dissertaços das mesmas vantagens das forças que atuam na formação das aglomerações produtivas cf Mandel 1969 Os grupos monopolistas que extraem seus superlucros também a partir de uma parcela da maisvalia de outros grupos capitalistas O pulpo monopolista constitui uma entidade essencialmente diferente que se em razão da centralização que o monopólio operai adicionalmente com crescimento progressivo das taxas de lucro etc cresce a tendência a economizar trabalho vivo com a introdução de novas tecnologias os custos de venda sobem com signific a taxa de lucro operativa de um ponto para outro o sistema de distribuição do capital imperfeitos e concessões parte significativa dos lucros obtidos por estes que por outro lado impõe aos consumidores improdutivos contrarestando pois a tendência ao subconsumo 26 com saliência peculiar os gastos com investigação e pesquisa A interfeição estatal macroscópica em função dos monopólios é mais expres versão estatal macroscópica em função dos monopólios é mais exposta contudo no terreno estratégico onde se fundem atribuições dicitivas indiretas do Estado tratase das linhas da direção do desenvolvimento por consequência e transformação das funções da organiza ção o papel nuclear assumido entendese o esmento de organização da economia operando notadamenle como um instrmentador dos ciclos de crise Esta ação é feita pelo Estado Foi capturado pela lógica do capital monopolista ele é o seu Estado tendencialmente o que se verifica é a integração orgânica entre os aparatos privados dos monopólios e as atribuições e encarregos do Estado agora continua em comparação com o estágio concorrencial No nível das intervenções o Estado realiza implementação crescente sistemática por relações sociais de decisão garântindo primariamente os insumos e fatores de produção alimentaçã vida funcional instalações proteção insumos etc Vale dizer o Estado funciona como sistema formalmente legitimadas38 Vale dizer o Estado funciona como sistema formalmente legitimadas38 Vale dizer o Estado funciona como sistema formalmente legitimadas38 Vale dizer o Estado funciona como sistema formalmente legitimadas38 No nível das municipalidades econômicas especialmente as juridicocmunicipais desempenham um papel fundamental ao capital monopolista sobretudo na área das unidades econômicas municipais em muitas vezes e temse mesmo evidência na parte das políticas públicas O Estado brasileiro predominante pela extraordinária participação do capital privado do Estado e participação capital principal do capital monopolista 27 Aqui é evidente temos controvérsia quanto aos poderes Ll egislativo Executivo na evolução política da sociedade burguesa do capitalismo concorrencial ao monopolista 24 do trabalho dando curso a renovadas políticas neocolonialistas o capitalismo monopolista conduz ao apogeu da monopolização e elementarmente à socialização da produção e a apropriação privada intercomercializada a produção grupos de monopólios controlamna por cima de povos e Estados 3 E no âmbito monopolista pelo monopólio a dita técnica impõe especialmente ao desenvolvimento e à inovação tecnológica O mais ilustrativo eo controle dos mercados monopolistas será a maximização dos lucros pelo controie dos próprios mecanismos novos que deflagramente problemática pelos próprios mecanismos novos que deflagra a crise das marxismo Z Agenda elevando gênios a consumidores consumo e vítimas dos constrainno cabo de um certo nível de desenvolvimento é ultima dos constran o capitalismo monopolista conduz ao apogeu da monopolização e elementarmente à socialização da produção e a apropriação privada intercomercializada a produção grupos de monopólios controlamna por cima de povos e Estados 3 E no ámbito monopolista pelo monopólio a dita técnica impõe especialmente ao desenvolvimento e à inovação tecnológica O mais ilustrativo eo controle dos mercados monopolistas será a maximização dos lucros pelo controie dos próprios mecanismos novos que deflagramente problemática pelos próprios mecanismos novos que deflagra a crise das marxismo Z Agenda elevando gênios a consumidores consumo e vítimas dos constrainno cabo de um certo nível de desenvolvimento 1950 aos mecanismos e instituições assisti gênio universal do sucesso e fracasso outiquais inter para delivarse com chance de éxito ela demanda mecanismos de bpau e enumeras intervenções Dali à refluncionalização e o redimen situição extraeconômicos Dali à refluncionalização e o redimen mento da instancia por excelência do poder extraeconômico o Estado Como tal o Estado desde quando a pressão da burguesia ascen desde deu origen ao chamado absolutismo sempre interveio no pro cesso econômico da múltipla e complexa e entre suas poten cias Keynes pois suas funções ineress burgesas e em seus por vozes liberais a serviço de franjas burguesas revelase muito precoce até Keynes essas mesmas franjas que o próprio Estado é mais essencialmente monopolista Mandel 1969 1 cap III Nada é menos esteja em dúvida quanto à natureza da economia e a politicca imperialista e sentada 1 denta a esta intervenção nada funcional e estruturamente ilha essa intervenção muda euturna caracteriza o desmando e contradição burguesa sem revertêla ou seja tratase de um protecionismo burguês organizado a partir do capital e teve uma função de guardião do com contraditório portanto a longo prazo formou espaco para Adiante o trabalho centrira caracterizado a economia capitalista em suas 22 O tratamento da monopolização na teoria internacionalização da economia própria de seleção imperialista é analisado por Swecz y 1977 31536 e jogramente por Mandel Escala internacional conhecese a solução clássica a guerra imperialistaimperialista 1974 e a formação de ações conjuntas entre monopolistas revelando para o Swecz y 1977 113 de que são exemplo as comunidades por Madrid 1976 3 313 s ss e por Mariick 1977 13 monopolista da França eorização da sinquise forte e sugestiva se capitalista dos Estados Unidos que o Estado teve importância insignificante na história anterior do capitalismo Baran e Sweczy 1974 74 25 garantia da propried the production bourgeois socialistic situations precisos onde um intervencionismo somente episódico pontual Na idade do monopólo além da preservação das condições externas da produção capitalista à intervenção às vezes mesmo de natureza administrativa evidentemente desacorda e frua de forma contínua e sistemática Mais exatamente ao capitalismo monopolista as funções políticas do Estado imbricase organicamente com as suas necessidades A primeiratamente como aludimos à demanda que o capitalismo decorre primariamente de um vetor extraeconomic para assegurar seus obde correção econonÔnicos O eixo da intervenção está na estabilidade e do sócioelos monopolistas Baran e Swecz y 1966 40 na sempre mais do monopólio e multiplicidade de funções O elemento de suas funções econômicas direta e indiretamente nundo e para tanto como poder político e econômico O Estado desempenha um papel porque é o corpo e a superstrutura do poli suern crescente exigência dos monopolistas É o intervencionismo especial relevo a sua utilidade para o desenvolvimento socioeconômico e para os rentáveis nominadamente aqueles que fornecem aos monopólos a base corpomunhantes da produção e da circulação a assunção socialização das perdas a que frequentemente se segue quando supradas as dificuldades a reprivatização é entrega aos monopolios de concessões e privilégios com ampliação substancial da mediação os monopolistas organizados amplificam as perdas Medilatos das encomendascompras do Estado aos grupos monopólistas as vestimentas públicos em meios de transporte e infraestrutura a preparação institucional da força de trabalho requerida pelos monopólios e sobressaem nos níveis e mudos da luta de classes a intervenção direta e mais 25 Não cabe aqui a resenha do amplo debate travado no interior da tradição marxista sobre a polémica question Remetremos basicamente a Baran e Swecz y 1974 Boccara orgn 1963 Offe 1984 Sumbhad Valcuel de Freyer 1988 Poulanza 1980 Mathias e Salama 1983 Mandel 1969 3 205214 que estuda cuidadosamente estas formas de intervenção direia inclusive várias que são de ampla difusão na contemporaneidade 27 É superficial observar que frequentemente centradas na indústria bélica tais comprasencomendas compreendem uma pauta muito diferenciada O que deve ser posto de manifesto é fato de esta forma de articulação entre interesses econômicos e interesses políticos do Estado burguês no capitalismo monopolista ser uma possibilidade entre outras Assim se não há realidades objetivas deste estágio de desenvolvimento do capitalismo monopolista que possam fazer dela uma realidade imanente e inevitável A correlação das classes e das forças sociais em presença onde não se defrontou com um movimento democrático operário popular antiimperialista e antimonopolista não se constitui em prazo de objetivos determinados a burguesia monopolista enquanto classe política desprovidos de qualquer flexibilidade e inclusive com efeitos alternativos e sóciopolíticos das mais diferentes tecidas no âmbito do Welfare State ao fascismo Assimilar portanto a compatibilidade da captura do Estado pela burguesia monopolista refere ao processo de concretização da vida política não é flututo fenômeno real de que o núcleo dos sistemas de poder opera em favor dos monopólios menos ainda que jogue no sentido de reduzir os conteúdos de direitos e garantias da população em geral o que aliás indica algumas das principais práticas na esfera legislativa e administrativa do próprio Estado mesmo amplo de legitimação e plenamente suportável como mecanismo de externo à esfera política mas antes uma forma de mau desempenho da sua funcionalidade econômica Por outro lado o nunca em último lugar esta indicação desobstrui a via para a compreensão de outros aspectos apontados em contribuições que se desenvolveram na ordem social a partir do momento em que produziam determinados instrumentos da democracia política uma dinâmica contraditória não linear que levam à lógica da dominação a utilização deste recurso com o tensionamento e a colisão nas instituições a seu serviço exceto quando o grau de esgarçamento deles derivado põe em risco a sua reprodução igualmente apontar que de mandas econômicosociais e políticas imediatas de largas categorias de trabalhadores e da população podem ser contempladas pelo Estado burguês no capitalismo monopolista não significa que esta seja a sua realização natural nem que ocorra contra o monopólio e o objetivo dos burgueses a curto prazo nem que de um modo geral suas respostas positivas atendam ao seu papel de classe subalterna podem ser oferecidas na medida exata em que tais respostas podem ser adequadas e utilizadas para legitimar o controlo ou indireto da maximização dos lucros O que se quer destacar nesta linha argumentativa é que capitalismo monopolista pelas suas dinâmicas e pelas suas condicionais sociopolíticas destinadas a coordenar os diversos interesses e buscar legitimação e regulação política através do jogo democrático é permeável à demandas das classes subalternas que podem fazer incidir nele seus interesses e suas reivindicações mesmo quando essas demandas são processadas ou apresentadas através de conflitos que esta última monopolização dos monopólios mas pelos conflitos que esta torna e sistematiza possível e até viabiliza a resolução FS Martins 1977 É somente nestas condições que as sequelas da questão social tornaramse inesgotáveis ou seja a sua objetivação como um interferência continua e sistemática por parte do Estado É só a partir da concretização das possibilidades econômicosociais e políticas segregadas nas sociedades capitalistas atuais e mesmo do ponto de vista das políticas que a questão social se põe como alvo de políticas sociais32 No capitalismo concorrencial a questão social por regra era objeto da esfera estatal mediadora da burguesia ou no limite colocava em risco global o fornecimento da força de trabalho para o capital condições externas à produção capitalista No capitalismo monopolista pelos efeitos mencionados e dada a complexificação dos monopólios pelas relações sociais operantes contrapõese a necessidade da consolidação da legitimização política do Estado burguês a questão social como um sistema de nexos causais quando se impõe aos interventores a negociação da integração social selecionamse variáveis cuja instrumentação é priorizada segundo os efeitos multiplicadores que podem ter a conviva de protegem toda a sociedade Será esse processo convencional das decisões inevitáveis do como se originassem de uma desvio da lógica social Assim a questão social é atacada nas suas reflexões nas sequelas percebidas que não problematizam a valorização a categorizações dos problemas sociais e dos seus vulnerabilizados nas suas decorrentes priorização das ações com sua particular multiplicação sucessão e expansão que ocorrerão em séries temporais diferenciadas e competição entre as categorias demandantes As implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas A implicações são de monta o atendimento das demandas também opera na direção de travar representações menos mistificadas demandas das políticas sociais e outro campo de tensões e alianças no qual freqüentemientemente jogam papel nada desprezível categorias técnicoprofissionais especializadas na intervenção direta e politicamente qualificada nas decisões e processos de mencionar a interação entre as políticas sociais públicas e as agências privadas da sociedade civil Inéditas porém podem surgir experiências modalidades de intervenção que mesmo apropriadas pelo Estado inserem matrizes novas na dinâmica do setor afeito Possibilidade objetiva posta pela ordem monopólica a intervenção estatal sistemática sobre a questão social penetrada pela comp l exidade que lhe imprimiram as séries de serviços públicos sociais não encontra pleito a sua instrumentalização em benefício do capital monopolista não se realiza com nitidez nem diretamente seu processamento pode assinalar conquistas parciais e significativas parciais e significativas para a afirmação e o conjunto dos trabalhadores extremamente importantes no largo tra je to histórico que supõe a ruptura dos quadros da sociedade burguesa 14 A emergência do Serviço Social como profissão É somente na interconferência do conjunto de processos economi cos sóciopolíticos e técnicoculturais que tangenciamos nas seções precedentes que se instala o espaço históricosocial que possibilita a emergência e o serviço social como profissão É por isso um espaço de interrogação de marco específico análise da história do Serviço Social parte historográfica e linear Conquanto claramente rica em informações acerca do itinerário que leva desde os primeiros cursos de servi ço social dos intentos de nacionalização da assistência a partir da se xuala de nações cidadão educação dos primeira formação do que vai germinalmente ao seu mandato uma das formas assimilação na adolescência sociedade brasileira século XIX e iniciação dos primeiros cursos de servic social no Brasil a história do Serviço Social no Brasil permaneceu assentada numa tese simples a constituição da profissão seria a re sultante de um processo cumulativo cujo ponto de arranque estaria na for ma simplificada da própria que filtrarização e localizaram na gra dual implantação da formação específico da profissão e da prá tica profissional pelos quais seus sujeitos mobilizam parcela significante de parâmetros teóricocientíficos e no alinhamento de um instrumental operacional e conceitual de seu ofício A tese dominante de avaliação continuísta do Serviço Social aceita as marcas de um desenvolvimento continuísta A tese inscrita ora em análises ingênuas ora em investiga ções mais pretensiosas comparecem em autores que se situam nas posi ções do próprio Serviço social como grupo social profissional e política que aspira a obter corpo legitimador e porta altura de prestígio e consenso Sua debilidade para além do traço 12 A bibliografia sobre a emergência profissional do Serviço Social é constitui um acervo documental diversificado no qual predominam teses gene ricamente desatentas Richard 1992 Ledema e Cassi 1979 AlvesOrgis 1967 Knust 1967 Freidson 1930 Sarti 1992 Frick 1949 Pinguet 1975 Ayllon 1981 Anselmi Cadernos da ABPSS 1978 Nobel 1975 Torreão Henry e Lenoz 1979 Trauner 1979 Aguiar 1982 Yamamoto 1982 Castro 1984 VerdesMontenegro e Carmo 1984 Martinez Neto 1979 Velasco 1984 VellosoLeanza 1975 Ela é óbvia num profissional não tradicionalista como Vieira 1977 e Lélis num renovador como Lima 1975 mecanismos que exibe como evidência maior ou menor24 é indiscuti velmente relevante para dar conta de um elemento central do process o sobre o qual se retrata o standard model do Serviço Social coerente e de direita esse suporte especialmente axial a solução rej fessional localizad no embasamento teórico25 O que permanece intangível para esta análise é precisamente o que o nosso juízo como crítico social e crítico profissional chama de o lugar emblemático e irrenunciável de um fal cção de um espaço sócioocupaciona l no qual o agente técnico se mo rix socialmente o estabelecimento das condições histó ricamente fundamentais desse agente configuradas na emersão do É óbvio que a generalização e a persistência da angulação tradi cional que nos referimos sinalizam mais que um equivoco analítico dos estudos sociais brasileiros do Serviço Social como instrumentos e base está um componente que actual recebe um tratamento que o reconhece Tratase da relação de continuidade que efetivamente existe entre o Serviço Social brasileiro e a história do Serviço Social no país que é umas das ciências desenvolvidas desde a emergência da sociedade burguesa Esta relação é integrável e em realidade muito complexa de um lado compreen dese o caráter metodológico que serviu de pressuposto para a consti tuição do Serviço e do outro envolvem modalidades de inter venção características do qualitativismo ambos os veios cobri do por uma concepção da profissionalização do Serviço Social sobre o qual relação de continuidade adquire virtualidade O Serviço Social porque é uma instituição que desempenha papel crucial nos dois âmbios a linha institu ça te res tudo o período de profissionalização e mesmo quando seu se consolida A capacidade crítica e de análise que amadrinham esta argumentação mantiveram validade tácita a qual não se limitou a dispensar vigorosamente a direção ideológica do processo de profis sionalização consolidada nos anos setenta mas a tornam indiscutível aceitando instrumentos e perspectivas autocríticas autodúvidas As possibilidades explicativas alternativas específicas derivadas do estudo das trabalhadoras e trabalhadores sociais latinoamericanos prócolombianas André Egge et al 1975 Viera 1975 enfrentam figuracional e teórica diferentemente no Capítulo 2 CapItalIsmo moNopolISTa e ServIço SoCIal seu controlo128 Esta inserção em poucas palavras a localização dos agentes como inputs particulares da estrutura social permanece secundarizada pela autorepresentação dos assistentes sociais129 marca a profissionalização precisamente quando passam a desempenhar papéis que lhes são alocados por órgãos e instâncias afie los das organizações desenvolvem as proformas do Serviço Social pen sando projetos políticos de produção profissionalizada visando nas demandas ou demandas sociais do que de impulsões ético moriais mais especialmente como atividades exteriores à lógica do mer cado cf da Cruz 1981130 As proformas continuam não funcionais ou então apenas quando saem para fora dessas agências ou quan do elas passem a subordinarse a uma orientação diversa é que os agen tes podem reconhecer coadjuvar ou mesmo dominar tais proformas e repli cas nesta passagem Conservam preferência ideal produzida naquelas agências O deslocamento em tela não é simples porque pode darse preferencialmente teoricamente pelos órgãos do profissional ideal antevisto e comunicado na prevenção de práticas ele conectadas o que o deslocamento altera visceiralmente con fiando à ruptura e objetivo a condição do agente e o sujeito fracionamento e a significação social do seu fazer passa a ter um efeito novo na malha da reprodução das relações sociais Em síntese segundo este ponto de vista as proformas afirmações institucionais isto é podernegativo do seu agir profissional configuram práticas anacríticas e reflexas de sua profissionalização Com efeito os resultados da pesquisa indicam que face ao contexto tomado por aquele de requintes normativos ao exercício sobre as recomendações acima indicadas ao repúdio e reconhecimento da mercantilização de sua ação o signo mais evidente da ilusão sempre enganosa contida numa estratégia profissional de valorização e sua incorpora 128 É interessante observar ao longo de toda a evolução do Serviço Social profissional como está tensionado entre os valores da profissão e os papéis que objetivamente lhe foram atribuídos pela clientela ou pela ciência Essa tensão terá levado a uma situação ambivalente onde predomina a postura de profissional negativo trabalho voluntário que sob formas distintas é sempre flagrante no discurso profissiol que num momento então ainda mais expressivo do que depois de sua profissionalização Um critica sempre empregado mas na maioria das situações tomás por base o Serviço Social é a negação do papel profissional materializando essa crítica num conjunto de formulações inovativas ao nível epistemológico teórico e metodológico procurando a valorização do trabalho social crítico e político do trabalho social que repudia a mercantilização do profissionalismo O trabalho profissional em Serviço Social cada vez mais profissionalizado é um agente mediador entre o control social e as lutas sociais principalmente com o seu agente tornandose vendedor da sua força de trabalho Ora um tal mercado não se estrutura para o agente profissional mediante as informações ocorrenies no interior do seu referencial ou na íntima das relações existentes sobretudo entre o seu estado exercían cima de sua atuação profissional Exatamente a estruturação do mercado de trabalho na emergência pro fissional do Serviço Social não é este que se constitui para crear un dado espaço a rede professional Donde a relevância da argu mentação acima afirmada não é a continuidade evolutiva das protoformas da constituição profissional do Serviço Social que se coloniza se esvazía raputra com elas concretízaeada com o deslocamento alludido desloca mento possível não necessário pela instauração independentemente das poliliias de um espaço determinado na divisão social e tècni cas do trabalho Tratase justamente do espaço que se engeida na sociedade bur passa fundo o monopólio se consolida no conflito processo dos usos que o agente profissional e campo real para o exercício do seu trabalho contra as oposições pu blicas e sobretudo contra os vários grupos sociais ocupados como sua clientela e suas funções técnicas constituindose uma rede de inserção sócioteclesocial para que na divisão social e técnica do trabalho cons tituída do trabalho organizado o agente profissional assuma o conjunto das competências sociais da ação profissional e das intervenções no da assistente social131 A profissionalização do Serviço Social não se relaciona decisivamente à evolução da ajuda à racionalização da da profissão monopolizase esta que nada atividao dos agentes do Serviço Social pode receber pública e socialmente um caráter profiss tional alegandocom umas simultâneas gratificação monetária pelo jurimento do exercício dessa atividade e pela valorização plena de um espaço na divisão social e tècnica do trabalho na sociedade bur desverp preparados e maduram só fato os agentes se reproduzem me diante dos processos de seleção PCZ reconhecidos pelo Estado só da e reterável segundo procedimentos reconhecidos e laiciza então o conjunto dos agentes a categoria profissdnalizado se laiciza 131 É indispensável observar que com a emissão e a consolidação da ordem monopólica todas as cadeias históricas apresentadas até aqui desaparecem Nosso interesse nos leva a restringir nossa reflexão apenas ao Serviço Social sem que iiso sign fique a negação do estudo das relações entre diferentes situações e con textualizações históricas 132 por isto mesmo não é um acidente cronológico que a institucionalização do Serviço Social tratada aqui fundamentalmente de um modo constitucional ocorra com a caracterização de Manuel Esta 11 período clássico do imperialismo Uma síntese da qual a institucionalização encontrase em Marinedli 1989 101108 se independendiz e confessionalimos eou particularismos133 A emer gência profissional do Serviço Social 6 em termos históricoinver sionais é indissociávei da proteinização do Serviço Social objeto principal do referenciado ordem monopólica que cria e funda a profissionalidade do Serviço Social Estado burguês instantâneo e espaço de mercado de trabalho instantâneo o profissional do Serviço Social não pode dizerse que age dentro de um dado espaço na rede de opéi eração this a este se constitui para criar as politicas da profissão social Embora se reconheçam elementos reais a constituição da profissionalização do Serviço Social tem sua base nas modalidades através das quais o Estado burguês termina por construir o modo social Essas ademais das suaz modalidades dimensionam também como conjuntos de procedimentos técnicooperativos requere rum por exemplo acesso em dois planos o da sua delimitação e da organização dos corpos profissionais e o da sede própria a distância efetiva em que se aloca a maioria dos agentes sociais Nesse espaço e sobretudo na demanda social pode falarse da política do assistente social ele é invesdido como um dos agentes responsáveis das políticas sociais Os loci que passa a ocupar na estrutu ra社会nal dizem respeito a processos do macro das decisões executivas marcado recentemente por estresse e crescíos da mão de obra disponíveis marco da profissão social Marrano mas também da dimensão de um campo para o desenvolvimento das atribuições profissionais particularmente com a produção das políticas de implementaçáo de serviços para a duração da mudança social e particularmente pelo fato de os agentes se reproduzem lado a natureza inclusiva da política social vg a tendência a se formularem políticas setoriais num leque cada vez maior e o caráter fenomenológico da valorização monopólica e para gerir as demandas das massas trabalhadoras porém como objeto de interven ção 133 A laicização tomo mais afirmada quanto mais fluido é o estatuto profissional não acontece necessariamente com o adensamento da realização da rede estatal ou da organização em diretas referências às práticas dos profissionais Os in teresses profissionais ganham terreno com o aumento da execução de organizações controladas por profissionais e regulamentada compulsoriamente de públicos de laicização profissional o regulamento da política estatal e o desmanche da clientela profissional para o atendimento cultural ideopolítico interna da categoria profissional não um progressivamente maior elenco de situações Por outro a afirmação deu a coexistência dos centros institutos públicos pri vados nas doenças sociais de assistência ofereçam impossibili dade de suas políticas sociais diferentes Vale dizer a resposta integrada peri a situação em causa137 Por todo o exposto e pelo acúmulo já obtido em parcela signifca tiva da literatura crítica do Serviço Social especialmente os autores da área polaca verificase uma série de dificuldades na profissionalização da assistência social Observa o Serviço Social que recusa o privilégio das suas potencialidades legitimadoras em face da sociedade burguesa não é perftuo observar que a profissão emerge como um privilégio das suas potencialidades legitimadoras em face da sociedade burguesa mas ao mesmo tempo é certo observar que o profissionalizante de assistência das acólias dos processos específicos monopolísticos da reprodução da capitalização da mundialização dos capitalismos que se tornaram numa elementalização sociopolítica monopolistas de movimentos sociais liberais do seu exercício profissional salvo em situações literalmente atípicas radica menos na sua inserção naquele arco de atividades do que na natureza exclusiva do seu campo Serviço Social Realizado que nas secas ainda por esclarecer das instituições públicas onde se realiza a massividade da relação profissional assistida Tal atividade do Serviço Social configuram um complexo composto pelas áreas de informações comunitárias visita domiciliar e toda uma série de atividades diversas vulnerabilizadas pelas sequelas e refrações da questão social recebem a direta e imediata resposta articulada nas políticas sociais Nesse espaço esse modo de intervenção do assistente social de um modo posto tomo dos agentes executores das políticas sociais falase comumente que a profissão de 0e integrantes dos processos sociais não pode ser considerada nela a partir de na Realização da ação profissional se descobra nestes dois níveis imbricados mas não necessariamente sincronizados De uma parte a natureza inicial da profissão onde a essência da profissão é a implementação das políticas sociais implica a alteração políticoimu diária de situações determinadas de outra é componente desta inter versão uma representação ideal que tanto orienta a ação alteradora quan 16 os programas sociais falase comumente que a profissão de 0e integrantes dos processos sociais não pode ser considerada nela a partir de na Realização da ação profissional se descobra nestes dois níveis imbricados mas não necessariamente sincronizados De uma parte a natureza inicial da profissão onde a essência da profissão é a implementação das políticas sociais implica a alteração políticoimu diária de situações determinadas de outra é componente desta inter versão uma representação ideal que tanto orienta a ação alteradora quan 133 É exemplar esta formulação de Iamaneco in Iamaneco e Carvalho 1983 86 e produz bastamassa de estudos e formulações sistemáticas sobre a ação profissonal mesmo que seja o Estado o detentor de processos de constituição da categoria profissonal significase a manutenção da figura do profissional de Serviço Social apesar dos processos de dinamização pode partir inclusive da reprodução da contradição social que existe entre o papel do Brasil nas décadas respectivamente primeira e terceira do século XX Segunda o mesmo fato não implica que as agências sociais incumbidas da execução de políticas possam atender e veicular a assistência social muito aléx da execeção e do caráter oficial de uma da organização a que se vincul a o assistente social mas a estratégia de regulação e execução política dos serviços profissionais A situação contingente da assistência social busca significação e percepção política interna da categoria profissional O campo do Serviço Social como pretende sustentar a nossa argumentação é demarcado e tensionado politicamente pela conjunção de uma dupladinâmica que tem implicações evidentes refletidas na Constituição sociotécnicos na cisão da ordem monopolista e a que se instala quando os socializado mediamente àquele confronta na estrutura sócioocupacional o estado ideológico que sustenta aquela estrutura constituída por grupos sociais naivas de intervenção social profissionalizadas Ambas as dinâmicas se inscrevem no tecido armado pelo jogo das forças das classes sociais ainda de uma forma anterior pelos seus aspectos postos imóveis de um espaço específico e a configuração peculiar dos vetores constitutivos daquele caldo cultural10 PROJETO 3 0412 Entrega De 04122025 1830 até 04122025 2030 Número de tentativas 1 Tentativas utilizadas 0 Produzir uma resenha crítica do texto CAPITALISMO MONOPOLISTA E SERVIÇO SOCIAL José Paulo Netto trabalho em grupo mesmo grupo do projeto 1 Será entregue pelo liga 3 laudas mínimo a 5 laudas Máximo a autora que acabamos de citar chorna aliás salienta correcamente que está originando um conflicto enorme a representação e a auto realização do Serviço Social como categoria profissinal e que pode ser tomado como único vetor operante no universo ideal e original primordialmente empregados assistentes sociais na Europa Ocidental e nos Estados Unidos 138 Especialmente com o chamado movimento de reconceitualização que se muniu de uma crítica basicamente ideológica do passado profissional os valores do Serviço Social viramse colocados desde então na condição de contraditórios entre valores próprios e valores configuradores da tendência autonomizante mencionada desfaquese Kruse 1967 Falários 1972 Kisineman 1973 1976 Lima 1975 e Eduardo 1986 vão ao encontro desta linha e sustentam que não se pode falar da profissão como se nada ou pouco havia ocorrido por estes ângulos e valores O controvertido trabalho de Rodrigues 1978 sinteticamente considerado clássico oferece materialização contribuindo para desvendar as raízes históricas e sociais que banalizaram a ideopolítica das intervenções concretas do Serviço Social na sociedade capitalista 78 CAPITALISMO MONOPOLISTA E SERVIÇO SOCIAL liscadas pelos estudioso mais modernos da história da profissão e ainda que de forma nem sempre a mais adequada são hoje algo mais ou menos aceitas na maioria dos estudos sobre os trabalhadores do Serviço Social na condição do que é importante é ressaltar que esta visão há porque existirías aqui8 O que importa é ressaltar que esta visão não é um privilégio de um conjunto de profissionais do Serviço Social encontra que tenciona e mantém por um lado desproporção corresponde as características da profissão Em primeiro lugar ele não se ergue como um projeto sóciopolítico particular mas como uma educação compositiva de toda a imanentação ideológica da igreja católica é capturado e instrumentalizado pelo projeto conservador este sim sóciopolítico e de classe Resenha critica Capitalismo Monopolista e Serviço Social Autor José Paulo Netto A obra em análise constitui um marco teórico fundamental para a compreensão da gênese e da institucionalização do Serviço Social situando a profissão não como uma evolução linear da filantropia mas como um produto histórico das transformações societárias O autor inicia sua exposição delineando a transição do capitalismo concorrencial para o capitalismo monopolista Nesse estágio a organização econômica passa a exigir o controle dos mercados para garantir a maximização dos lucros introduzindo novos fenômenos como a elevação da taxa de acumulação e a fusão do capital bancário com o industrial Essa mudança estrutural recoloca em um patamar mais complexo o sistema de contradições da ordem burguesa exigindo novos mecanismos de mediação social Diante dessas novas exigências de acumulação o Estado assume um papel protagonista Netto argumenta que na idade do monopólio o Estado deixa de ser apenas um guardião externo das condições de produção para intervir direta e sistematicamente na economia Ocorre uma imbricação orgânica entre as funções políticas e econômicas do Estado que passa a atuar como um comitê executivo da burguesia monopolista Essa intervenção estatal visa primordialmente garantir os superlucros dos monopólios seja através de subsídios diretos seja assumindo setores não rentáveis ou garantindo a infraestrutura necessária No entanto para manter sua legitimidade política e assegurar a reprodução da ordem o Estado precisa construir consensos e responder às pressões das classes subalternas É dessa tensão entre a função de acumulação e a necessidade de legitimação social que o Estado passa a intervir sistematicamente sobre a questão social através das políticas sociais O autor demonstra que a questão social tratada anteriormente via coerção ou pontualmente tornase objeto de uma intervenção contínua e estratégica visando a preservação e o controle da força de trabalho ocupada e excedente Um ponto fundamental na análise de Netto é o modo como o Estado monopolista opera essa gestão através da fragmentação e da psicologização da realidade A intervenção estatal recorta a totalidade da questão social em da situação em causa137 Vale dizer a intervenção profissional repro duz a conseqüência as dimensões da resposta integrada peri mecanismo das políticas sociais Por tudo isto que a intervenção profissional no Serviço Social especialmente os autores da área polaca evidencia uma série de dificuldades na profissionalização da assistência social Tal atividade do Serviço Social configuram um complexo composto pelas áreas de informações comunitárias visita domiciliar e toda uma série de atividades diversas vulnerabilizadas pelas sequelas e refrações da questão social recebem a direta e imediata resposta articulada nas políticas sociais Nesse espaço esse modo de intervenção do assistente social de um modo posto tomo dos agentes executores das políticas sociais falase comumente que a profissão de 0e integrantes dos processos sociais não pode ser considerada nela a partir de na Realização da ação profissional se descobra nestes dois níveis imbricados mas não necessariamente sincronizados De uma parte a natureza inicial da profissão onde a essência da profissão é a implementação das políticas sociais implica a alteração políticoimu diária de situações determinadas de outra é componente desta inter versão uma representação ideal que tanto orienta a ação alteradora quan problemas sociais autônomos como a fome o desemprego a falta de moradia enfrentando apenas suas refrações Essa estratégia oculta a origem dos problemas na contradição capitaltrabalho e promove segundo o autor uma psicologização da socialidade tratando as sequelas da exploração como desvios individuais que demandam reintegração obscurecendo a natureza de classe desses fenômenos É neste cenário de divisão social e técnica do trabalho que se localiza a gênese do Serviço Social Netto rejeita a tese endógena e evolucionista que visualiza a profissão como o amadurecimento técnico da caridade e da filantropia Para o autor a emergência do Serviço Social decorre de uma necessidade objetiva da ordem monopolista a criação de um mercado de trabalho para agentes executores das políticas sociais Portanto não é a solidariedade que funda a profissão mas a existência de um espaço ocupacional determinado pelo Estado para a regulação da força de trabalho Para explicar a complexidade dessa gênese o autor estabelece a dialética entre continuidade e ruptura Netto admite que existe uma forte relação de continuidade entre o Serviço Social e as formas filantrópicas anteriores especialmente através da influência da Igreja Católica e do pensamento conservador Contudo o que define a profissionalização é a ruptura o momento em que o agente passa a ocupar um lugar no mercado de trabalho assalariado executando projetos cujos objetivos finais escapam ao seu controle individual Assim a profissão rompe estruturalmente com a caridade pela assalarização e tecnificação mas mantém por longo tempo uma continuidade ideológica e cultural com o conservadorismo O assistente social surge então como um trabalhador assalariado cuja função social é essencialmente executiva operando na ponta terminal das políticas sociais O profissional atua na tensão entre a manipulação de variáveis empíricas imediatas o atendimento à carência material e a função ideológica de legitimação da ordem vigente Netto alerta que a autoimagem do assistente social frequentemente dissimula essa condição refugiandose em um anticapitalismo romântico ou em um voluntarismo que ignora a mercantilização de sua força de trabalho Nesse contexto de atuação executiva Netto destaca que a intervenção profissional se desdobra em dois níveis indissociáveis o práticoimediato e o simbólico A ação do assistente social não se resume à entrega de serviços ela combina a manipulação de variáveis empíricas a resposta material à carência como o acesso a um benefício e com uma articulação simbólica a inculcação de valores normas e comportamentos Essa dualidade é funcional à ordem monopólica pois ao mesmo tempo em que o profissional viabiliza a reprodução física da força de trabalho através de bens materiais ele opera um reforço ideológico que promove a adesão dos usuários aos valores dominantes reproduzindo a lógica integradora das políticas sociais Apesar desse lastro conservador e da funcionalidade ao capital a análise de Netto não recai no fatalismo O autor ressalta que o espaço profissional é permeável e contraditório Como as políticas sociais são resultantes da luta de classes e não apenas concessões do Estado o terreno do Serviço Social é um campo de disputas À medida que a profissão amadurece e se torna laico ela se torna permeável a outros projetos societários permitindo que o assistente social embora limitado pelas estruturas institucionais sofra influências de movimentos progressistas e questione o projeto conservador inicial Em suma o texto elucida que o Serviço Social é uma profissão inscrita na lógica do monopólio e na divisão social do trabalho cuja legitimação advém do desempenho de funções executivas nas políticas sociais O autor José Paulo Netto oferece assim as bases para uma atuação crítica demonstrando que o assistente social não é um agente neutro mas um intelectual que opera nas mediações do Estado Compreender a tensão entre a continuidade ideológica conservadora e a ruptura estrutural profissional é essencial para decifrar as possibilidades e os limites da intervenção profissional na sociedade burguesa

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