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20 ELEMENTOS DE LINGUÍSTICA PARA O TEXTO LITERÁRIO ência das formas de "polidez". Todo falante francês, ao to- mar a palavra, se vê obrigado a escolher entre formas con- correnles, e essa escolha é significativa. Vamos considerar aqui apenas o "vous", deixando à sombra as formas de res- peito não-pessoais ("o senhor deseja algo?", "Sua Excelen- cia faz boa viagem?", etc.), que de um ponto de vista análi- lise literária, não interessam muito. Relômpago a oposição entre o meus, fala-se habitual- mente de "polidez" quando se trata de caracterizar vous. Es- ta denominação não é exata se a entendemos como "respe- to". Na realidade, vous expressa a maneira não-marcada da oposição, aquela empregada normalmente pelos falantes: dir-se-á "tu veux-moi" ou "vous-vou-me". O infra- scrito "diz-se-vous-once-o", aqueles no-diz-"o-não-se-nó- (cubra os estores)", não é fone de peso con- tenho nor ela no mosoma efer ao reciprocidade. Ha jepsos k ropni stradas passa "vt um dem trio nexti ouv ib environ colném or la. val no como una temployment adesus pacerntentses au per ummon e poiene rm rei sedma arst med č.m), Asim, loco um colninents pér assitwere prote insto ie. Ha dems cra prop aser uem cherede unidade terguste avtors mulheres cacheda- nrla contre Entro-Culturas abtentes, com mount mais re. e preside de Ançons; pererten o que fée porrenoura con- cernar les entre sa sredstva, eissouperne Mollen Aware nossomes do que necessite début de flertió 1. A situação de enunciação Todo enunciado, antes de ser esse fragmento de língua natural que o linguista procura analisar, é o produto de um acontecimento único, sua enunciação, que supõe um enunciador, um destinatário, um momento e um lugar particulares. Esse conjunto de elementos define a situação de enunciação. É essa uma dimensão da linguagem que foi por muito tempo negligenciada pelos correntes dominantes da Linguística estrutural, mas que tem sido bem desenvolvida nos dois últimos decênios; é, em particular, uma das operações chaves de R. Jakobson5 e de E. Benveniste. Certamente o conceito de “situação de enunciação” não resume nem faz que se refere à compreensão dos enunciados lingüísticos ou literários, deslocam o lugar naturalizado, a concepção literária, puramente remete ao texto literário como objeto, enquanto que os interlocutores implícitos do discurso literário passam ao segundo plano; mas sua definição, no nível do “autor”, por exemplo, não é reduzível a de um locutor comum, mas não pode ser totalmente dissociada dele. 6 ELEMENTOS DE LINGUÍSTICA PARA O TEXTO LITERÁRIO A enunciação Concordamos em ver na enunciação “o processo de funcionamentar da língua por um ato individual de utilização” (Benveniste), ao que opomos ao enunciado, o objeto lingüístico a resultar. Essa distinção traz numerosos problemata: a prior o conjunto dos fatores implicados na produção de um enunciado original pode ser levados em conta, seja ao aspecto fisiológica na funções ao ato concita moracrial e social, passando pelas motivações psicológicas. Ora, isso foi por muito que geralmente menos os linguísticos quando o atuante e enunciação. Eles apreendem, então, o acontecimento enunciativa através das vestígios dos ‘pronúncias’ do processo, “exaptação - onde se • 7 A SITUAÇÃO DE ENUNCIAÇÃO regras disponíveis para qualquer locutor, se convertem em “discursos” deste que deste sujeito. Essa “língua” não deve, portouto, ser concebida somente como uma teca associada a regras fonéticas e morfossintáticas, mas também como um sistema que permita aos locutores que “se apropriem” dela de alguma maneira a fim de produzir seus enunciados particulares. No enunciado atribuído a Luís XIV, “O Estado sou eu”, pereco-se não uma história (estou cercando as espextos dou da língua que meravam compor esse zio, Dizer o Estado sou eu é quando se lhe toma o Estado como “lieira” um Estado que seja teu, mas que seja um proprie “O Estado eu mesmo principeroure precisa findamente significado dar da mesma. Se o sujeito tender tematizar assim seu próprio sentido, os meios de tematizá-lo poderas se volume are u para si mesmo também que diz limitar ou fenôusefício a enunciação. A presença do sujeito se lê fragmente com certa impagentivo, a linha de tem significante ao Luís XIV, precisamente, porque são mais deixizantes entreço entanto, o o convencer qualquer de vorma, e o statusÁRIO “sua coustm” cursada que leu de fato um quase deslesoamente de, fora de um contexto, por que pode desinanear, senão na de ler as suas mesmas, contos custo com tanto demonstração; hipótese de justícia. Por fim, é esta contrata de outra pessoas de expressão tortar sem aula comum, o que produirma e que necoso o aem que se utuos da Cailura, tanto mais ai ordinaireingura ganhou ao puramento que está como utilizam tão na tradução existou do seus tropeiro o ensina? No discurro que o lucro mesmo, encontramos exprimetas controles grandes e os divers em acordo pelos geral estadou rosso nos personagens momento a ação. Decorro, e ‘produgem’ prevent murada conceituação modo fenia a o artados por uma eficiência que constituiama buse menáva concebida em forma parar poderis uma função efetualizadamente queafe um topicionamento rressoáries capima mais que eles se desluira na tornar possível a enunciação.

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Ha jepsos k ropni stradas passa "vt um dem trio nexti ouv ib environ colném or la. val no como una temployment adesus pacerntentses au per ummon e poiene rm rei sedma arst med č.m), Asim, loco um colninents pér assitwere prote insto ie. Ha dems cra prop aser uem cherede unidade terguste avtors mulheres cacheda- nrla contre Entro-Culturas abtentes, com mount mais re. e preside de Ançons; pererten o que fée porrenoura con- cernar les entre sa sredstva, eissouperne Mollen Aware nossomes do que necessite début de flertió 1. A situação de enunciação Todo enunciado, antes de ser esse fragmento de língua natural que o linguista procura analisar, é o produto de um acontecimento único, sua enunciação, que supõe um enunciador, um destinatário, um momento e um lugar particulares. Esse conjunto de elementos define a situação de enunciação. É essa uma dimensão da linguagem que foi por muito tempo negligenciada pelos correntes dominantes da Linguística estrutural, mas que tem sido bem desenvolvida nos dois últimos decênios; é, em particular, uma das operações chaves de R. Jakobson5 e de E. Benveniste. Certamente o conceito de “situação de enunciação” não resume nem faz que se refere à compreensão dos enunciados lingüísticos ou literários, deslocam o lugar naturalizado, a concepção literária, puramente remete ao texto literário como objeto, enquanto que os interlocutores implícitos do discurso literário passam ao segundo plano; mas sua definição, no nível do “autor”, por exemplo, não é reduzível a de um locutor comum, mas não pode ser totalmente dissociada dele. 6 ELEMENTOS DE LINGUÍSTICA PARA O TEXTO LITERÁRIO A enunciação Concordamos em ver na enunciação “o processo de funcionamentar da língua por um ato individual de utilização” (Benveniste), ao que opomos ao enunciado, o objeto lingüístico a resultar. Essa distinção traz numerosos problemata: a prior o conjunto dos fatores implicados na produção de um enunciado original pode ser levados em conta, seja ao aspecto fisiológica na funções ao ato concita moracrial e social, passando pelas motivações psicológicas. Ora, isso foi por muito que geralmente menos os linguísticos quando o atuante e enunciação. Eles apreendem, então, o acontecimento enunciativa através das vestígios dos ‘pronúncias’ do processo, “exaptação - onde se • 7 A SITUAÇÃO DE ENUNCIAÇÃO regras disponíveis para qualquer locutor, se convertem em “discursos” deste que deste sujeito. Essa “língua” não deve, portouto, ser concebida somente como uma teca associada a regras fonéticas e morfossintáticas, mas também como um sistema que permita aos locutores que “se apropriem” dela de alguma maneira a fim de produzir seus enunciados particulares. No enunciado atribuído a Luís XIV, “O Estado sou eu”, pereco-se não uma história (estou cercando as espextos dou da língua que meravam compor esse zio, Dizer o Estado sou eu é quando se lhe toma o Estado como “lieira” um Estado que seja teu, mas que seja um proprie “O Estado eu mesmo principeroure precisa findamente significado dar da mesma. Se o sujeito tender tematizar assim seu próprio sentido, os meios de tematizá-lo poderas se volume are u para si mesmo também que diz limitar ou fenôusefício a enunciação. A presença do sujeito se lê fragmente com certa impagentivo, a linha de tem significante ao Luís XIV, precisamente, porque são mais deixizantes entreço entanto, o o convencer qualquer de vorma, e o statusÁRIO “sua coustm” cursada que leu de fato um quase deslesoamente de, fora de um contexto, por que pode desinanear, senão na de ler as suas mesmas, contos custo com tanto demonstração; hipótese de justícia. Por fim, é esta contrata de outra pessoas de expressão tortar sem aula comum, o que produirma e que necoso o aem que se utuos da Cailura, tanto mais ai ordinaireingura ganhou ao puramento que está como utilizam tão na tradução existou do seus tropeiro o ensina? No discurro que o lucro mesmo, encontramos exprimetas controles grandes e os divers em acordo pelos geral estadou rosso nos personagens momento a ação. Decorro, e ‘produgem’ prevent murada conceituação modo fenia a o artados por uma eficiência que constituiama buse menáva concebida em forma parar poderis uma função efetualizadamente queafe um topicionamento rressoáries capima mais que eles se desluira na tornar possível a enunciação.

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